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terça-feira, novembro 13, 2012

Reflexão: Pôr pedra em cima de...


Essa expressão "vamos colocar uma pedra em cima", tem o significado de "vamos concluir esse assunto", "vamos esquecer esse negócio", "vamos dar por encerrado o problema", "não se preocupe mais, está resolvido".

Perdoar, esquecer, sacramentar o concerto, colocando "uma pedra em cima", é muito bom dentro dos relacionamentos. Pois aquilo que não se encerra pode gerar aflição, amargura, infelicidade.

Mas tem algo que não podemos colocar uma pedra em cima: o pecado. Pecado escondido somente traz o mal. Ele cria uma crosta onde se desenvolvem outros males. É preciso ter consciência que um dia a pedra vai rolar. Ao rolar, ela vai revelar o que estava escondido e aí as consequências podem ser bem piores! Lembra de Acã e o mal que o seu pecado oculto trouxe a toda nação de Israel? Confira em Josué 7.

"O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia", Prov 28.13.

Por Alaid S. Schimidt

quarta-feira, novembro 07, 2012

Reflexão: Porque devemos orar antes das Refeições?


1. Para agradecer a Deus pelo suprimento da nossa mesa, Mt 15.36.
2. Porque reconhecemos que tudo de bom vem do Alto, do Pai das luzes, onde não há mudança, nem sombra de variação, Tg 1.17.
3. Para pedir que Ele santifique os alimentos, pois não sabemos onde o mal está instalado, 1 Tm 4.4-5.
4. Para pedir pelos pobres, os órfãos e viúvas carentes sejam por Ele abençoados, como nós temos sido.
5. Porque somos imitadores de Cristo. Ele sempre agradecia ao Pai antes de tomar uma refeição, Lc 24.30,31. Paulo também tinha esse costume, At 27.35,
6. É um momento especial, onde as crianças aprendem a orar em público.

"Quando, pois, tiveres comido e fores farto, louvarás ao Senhor, teu Deus, pela boa terra que te deu", Dt 8.10.

Por Alaid S. Schimidt

sexta-feira, outubro 19, 2012

Reflexão: Em qual direção você está pondo seus olhos?


"Mas Jesus lhe replicou: Ninguém que, tendo posto a mão no arado, olha para trás é apto para o reino de Deus" Lc 9.62

O arado é o instrumento puxado por um animal, porém sob o domínio do homem. Por meio dele são feitos os sulcos na terra, onde as sementes serão lançadas. As covas devem ter a largura, a distância, o comprimento e a profundidade corretas, para que, ao brotar, as plantas cresçam uma ao lado da outra sem prejuízos.
Se o condutor do arado ficar olhando para trás perderá a noção da perfeição, do alinhamento e da contiguidade no seu serviço. Irá também expor-se ao risco de prejudicar o animal que trabalha, danificar o arado e machucar-se, se houverem pedras e outros problemas no caminho, que ele deixou de perceber, por olhar para outra direção senão o campo a ser semeado.
Isto representa dizer que, se Deus nos coloca um arado à mão, por meio de um cargo, uma função ou uma responsabilidade, devemos reunir forças e colocar toda a diligência nisso, para que, fazendo o que devemos, possamos nos alegrar com os frutos. 
Olhar para trás representa a distração com a obra primordial da nossa vida, em função das obras secundárias. Olhar para o serviço do arado exige determinação, cuidados, empenho e busca de excelência, para que haja produção eficaz. 
EM QUAL DIREÇÃO VOCÊ ESTÁ PONDO OS SEUS OLHOS? DISSO DEPENDERÁ A SUA APTIDÃO PARA O REINO DE DEUS!

Por Alaid S. Schimidt

quinta-feira, outubro 18, 2012

Estudo: Jesus no Evangelho de João


O evangelho de João é diferente dos sinóticos, apresentando menos de dez por cento daquilo que se encontra nos outros três evangelhos. Em João, a exaltação de Cristo é demonstrada nos atributos que Ele revelou de si mesmo. Para ele, Jesus Cristo é:


- O Caminho, a Verdade e a Vida, 14.6.
- O Deus Unigênito, 1.18.
- O “Eu Sou”, 8.58 com Êx 3.14.
- O Filho Unigênito, 3.16.
- O Filho de Deus, 7.69.
- Jesus Nazareno, 19.19.
- A Verdadeira Luz, 12.35; 
- A Luz do mundo, 8.12; 1.9.
- O Messias, 1.41.
- Mestre, 3.2.
- Pão de Deus, 6.41; Pão da Vida, 6.35 e Pão Vivo, 6.51.
- O bom Pastor, 10.11,14, e a Porta das Ovelhas, 10.7.
- O Profeta, 6.14 com Dt 18.15.
- Rabi, 1.38; 3.2.
- Raboni, 20.16.
- O Rei de Israel, 1.49.
- A Ressurreição, 11.25.
- O Verbo divino, 1.1.
- A Videira Verdadeira, 15.1.
- A Água Viva, 4.10.
- O que tem as palavras da vida eterna, 7.68.

Por Alaid S. Schimidt

quarta-feira, outubro 03, 2012

Reflexão: O que fazer quando recebemos más notícias?


Infelizmente o ser humano gosta de novidades, de sentar na cadeira do juiz e de falar à distância acerca de situações conflituosas, porém sem se envolver.

Vejamos Neemias, capítulos 1 e 2. 
Quando Neemias recebeu más notícias (os restantes que ficaram na província estavam em grande miséria e desprezo, o muro de Jerusalém estava fendido e as portas da cidade queimadas a fogo), o que ele fez?
1. Assentou-se, isto é, parou, separou-se;
2. Chorou;
3. Lamentou;
4. Jejuou e orou perante o Deus dos céus;
5. Expôs a situação ao rei a quem servia;
6. Ofereceu-se para ir edificar a cidade assolada;
7. Foi, tomou conta da situação, conquistou outros para a obra e trabalhou até reedificar os muros e, junto com Esdras, restaurar o culto ao Senhor!

Em vez de apenas criticar, lamentar, Neemias resolveu fazer parte da história. Não da história dos derrotados, dos fracassados, dos que se entregaram ao pecado e à lassidão espiritual. Mas a história dos vencedores, dos que, amando a Deus de todo o coração, se ofereceram para ir e fazer a diferença!

NEEMIAS OROU E SE TORNOU RESPOSTA DE ORAÇÃO! Pense nisso nesta manhã e seja um dos que edificam, arregaçam as mangas e tomam a peito as causas do Senhor! Afinal, foi para isto que Ele criou você e salvou a sua vida!

Por Alaid S. Schimidt

terça-feira, outubro 02, 2012

Reflexão: Esperar em Deus...... Como?


Somos admoestados todos os dias a “esperar em Deus”. Muitos de nós, porém, temos dificuldades em entender o que realmente representa isso.
Vejamos o que não é esperar em Deus:
- Ficar de braços cruzados;
- Abandonar os projetos de vida;
- Murmurar;
- Deixar Deus de lado até que Ele responda.

Esperar em Deus representa:
1. TER UMA VISÃO FUTURISTA
Buscamos forças para o hoje e o agora, baseados na fé de que o amanhã chegará e que nossa resposta virá segundo a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. E mais: a eternidade também virá e ela nos trará a presença permanente de Deus.

2. VIVER EM SEGURANÇA
Se temos promessas de Deus, elas se cumprem e se cumprirão. Enfrentamos o próximo momento com otimismo, certos de que o Senhor está conosco e ele nos guiará pelas veredas da justiça, por amor do Seu nome.

3. MANTER CONVICÇÕES FIRMES EM DEUS
Adotamos as promessas da Palavra e assumimos as promessas pessoais, certos da fidelidade divina. Deixamos que o Senhor assuma o domínio das nossas vidas, convictos de que sempre nos conduzirá ao melhor lugar. Se Ele permitir algum contratempo na jornada, com certeza tem um propósito. Estar com Ele e Nele esperar sempre será a melhor posição para nós.

4. ASSUMIR UMA FÉ DETERMINADA
Como estrangeiros e peregrinos, direcionamos nossas mentes para o próximo passo, sabendo do nosso destino final. As lembranças do passado apenas devem nos provar que Deus age em todas as circunstâncias; assim, nos movemos por sonhos e esperanças, colocando diante do altar do Senhor tudo o que diz respeito às nossas vidas.

Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o SENHOR, o Criador dos fins da terra, nem se cansa nem se fatiga? É inescrutável o seu entendimento. Dá força ao cansado, e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. Os jovens se cansarão e se fatigarão, e os moços certamente cairão; Mas os que esperam no SENHOR renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão” Is 40:28-31

Por Alaid S. Schimidt

domingo, setembro 30, 2012

Reflexão: O segredo de Esdras


Enviado pelo rei Artaxerxes a Jerusalém, este "concedeu a ele tudo quanto lhe pedira". Esdras tinha carta branca para agir na reconstrução e restauração de Jerusalém e do culto a Deus, juntamente com Neemias e Zorobabel. Saiu com uma leva de povo, para uma jornada de 4 meses inteiros, carregando consigo riquezas, donativos e tudo o que precisava, sobejamente, para a obra que Deus o havia comissionado.
Dedicado ao sacerdócio desde a infância, era versado nas Sagradas Escrituras e não se desviou do propósito para o qual Deus o havia destinado. 

ESDRAS TINHA APENAS UM SEGREDO:

"Esdras tinha disposto o coração para BUSCAR A LEI DO SENHOR, e para a CUMPRIR, e para ENSINAR em Israel os seus estatutos e os seus juízos". 

O SEGREDO DE ESDRAS: um coração determinado a buscar, cumprir e ensinar a Lei do Senhor. Ele não possuía riquezas, bens, nada, mas saiu com tudo o que precisava e fez uma grande obra de restauração do culto ao Senhor na falida Jerusalém. Um dos grandes avivamentos da história do Velho Testamento.

Escreveu Moody, o grande missionário: "O MUNDO ESTÁ PARA VER O QUE DEUS PODE FAZER COM UM HOMEM TOTALMENTE ENTREGUE EM SUAS MÃOS".

Por Alaid S. Schimidt

sexta-feira, setembro 28, 2012

Estudo: Explicando o que é Teísmo


Teísmo vem da palavra grega theós (deus). Esse termo (juntamente com o adjetivo “teísta”) surgiu na Inglaterra, no séc. XVII, quando foi usado em contraste com “ateísmo” e “ateu”. Sem o termo, o conceito é tão antigo quanto as religiões humanas, as quais, por sua vez, são tão antigas quanto o próprio homem. Teísmo representa crença em Deus, em algum deus ou em deuses. Visto que essa não é uma palavra técnica, pode ser usada de várias maneiras. Porém quase sempre entende a existência de algum poder supremo ou poderes supremos, usualmente concebidos como pessoas que se revelam a Si mesmas. O teísmo pode defender o monoteísmo (um só Deus) e o politeísmo (muitos deuses) ou pode ser bastante vago, indicando um deus ou deuses em algum lugar.
A idéia usualmente envolve a crença de que os poderes divinos interessam-se pelas vidas humanas, com o intuito de recompensar ou punir, exercendo certas influências sobre o mundo dos homens. Embora não necessariamente, faz parte do teísmo, a ideia de uma divindade criadora. Quase todos os conceitos teístas arrastam após si a ideia de obrigação moral diante do Poder Divino ou de poderes divinos. O teísmo promove a ideia de um Deus ou de deuses, e essa divindade aparece, ao mesmo tempo, como imanente no mundo e transcendental ao mundo. Deus atua entre os homens. Usualmente, embora não necessariamente, o teísmo aparece associado a um Deus ou a deuses dotados de poderes criativos; a criação aparece como distinta de Deus, quanto à sua natureza.
No teísmo clássico, Deus aparece como Ser absoluto, possuidor de diversos ominis, como onipotência, onipresença, etc. No teísmo dipolar, Deus aparece como Ser absoluto, ao mesmo tempo imanente e transcendental. No teísmo relativo, Deus não figura como um Ser absoluto, apesar de ser possuidor de grande poder. Segundo esse ponto de vista, Deus é finito, e não infinito. Poucos teólogos cristãos têm aceitado esse ponto de vista. No teísmo evolucionário (John Fiske), o poder divino aparece por detrás do processo de evolução no mundo, por ser a sua causa. No teísmo especulativo (Christian Weisse), faz-se a tentativa de ver Deus como um Ser absoluto, identificado como o Absoluto dos filósofos. Deus, de acordo com essa concepção, é uma Pessoa infinita; o homem aparece como uma pessoa finita e livre, que encontra o centro e a razão de sua existência na Pessoa infinita. No teísmo ético (Sorley), um Deus finito é a origem de todos os valores humanos. No teísmo moral (A.E. Taylor), acha-se uma prova da existência de Deus nas experiências morais. Ali, esse tipo de experiência faz parte essencial da existência humana.

sábado, setembro 08, 2012

Reflexão: Meditação em Rm 8:12


“De maneira que, irmãos, somos devedores, não à carne para viver segundo a carne”, Rm 8:12.

Esse capítulo de Romanos trata de um assunto que é a principal luta do cristão e a solene exigência de Deus: o controle da nossa natureza carnal e pecaminosa. O apóstolo Paulo sempre se via como um devedor, tendo em vista as grandes operações de Deus em sua vida. Quando entregamos nossas vidas ao Senhor Ele nos adota, nos torna Seus filhos e passa a ter conosco um relacionamento paternal. A grande oferta que Ele fez, ao dar Seu único Filho para morrer em nosso lugar, nos torna devedores para com Ele.

A Bíblia diz que em nós não habita bem algum e que o nosso viver segundo a carne desagrada a Deus. Viver segundo a carne é viver de acordo com os impulsos da vontade própria, em estado de autonomia e consequente rejeição ao governo de Deus. Paulo disse que os que só pensam nas coisas terrenas servem ao seu próprio ventre. O domínio da carne se inclina para o mundo, para a satisfação do ego e da vaidade, portanto, subordinado ao diabo.

A carne busca o prazer imediato, sugestionada pela concupiscência e pela soberba da vida. Atender os desejos, apetites e impulsos imediatos sem pensar nas consequências, torna o homem devedor à carne. A nossa dívida, portanto, não é com a carne, mas com o Senhor. Ele fez por nós o impossível, restaurando-nos à comunhão, perdoando nossos pecados e nos dando o Espírito Santo. Essa maravilhosa ação da graça divina somente encontra recompensa se dermos uma resposta de gratidão e obediência.

Revista-se do Senhor Jesus (Rm 13.14) e ande no Espírito (Gl 5.16,24). Deixe que a Palavra se torne viva em seu coração. Só assim você dominará a carne com todas as suas manifestações desagradáveis, e conseguirá viver segundo a vontade de Deus.

Por Alaid S. Schimidt

quinta-feira, setembro 06, 2012

Reflexão: Meditação em Rm 4:4


“Ora, àquele que faz qualquer obra não lhe é imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida”, Rm 4:4

A graça é dom gratuito de Deus, por meio da qual, pela fé, sem dinheiro e sem preço, o pecador pode alcançar a salvação de sua alma. Isto não vem de obras (Ef 2.8,9). A recompensa pela salvação é imputada a Cristo e não ao serviço prestado pelo cristão. A graça ignora o melhor serviço, pois ela depende totalmente da obra de Cristo e da fidelidade divina.

Já o galardão depende totalmente do crente, da sua fidelidade e do serviço prestado a Deus. O galardão é meritório, como o salário recebido pelas obras de labor e sacrifício. Deus haverá de recompensar o serviço prestado no Seu reino pelos salvos. O homem pode não reconhecer, não valorizar, mas Deus é fiel e justo, Ele recompensará o mais simples serviço daquele que o faz com amor e zelo.

Um dia os discípulos de Jesus quiseram saber que recompensa eles teriam por abandonarem tudo e O seguirem. Jesus respondeu que, na regeneração, eles seriam assentados em tronos e teriam muitos privilégios, mas também já seriam galardoados na terra, herdando a vida eterna e recebendo “cem vezes tanto” aquilo que deixaram (Mt 19.27-29).

Paulo se esforçava na evangelização não por causa da graça, mas por causa da dívida (Rm 1.14-16). Reconhecido pela graça salvadora que havia a ele se manifestado, Paulo se considerava um devedor para com os perdidos, o que o levava a trabalhar muito mais do que qualquer outro. Ele tinha certeza que receberia o seu galardão (1 Co 15.57-58).

Sendo um salvo pela graça, que as promessas do galardão possam inspirar você a realizar maiores obras para Deus, a regozijar-se no sofrimento pela causa do Mestre e a amar muito mais o Senhor e as almas pelas quais Ele deu Sua vida. Não desista: a sua recompensa virá do Justo Juiz.

Por Alaid S. Schimidt

Reflexão: Meditação em 1 Cr 16:1


“Trouxeram, pois, a arca de Deus, e a puseram no meio da tenda que Davi lhe tinha armado; e ofereceram holocaustos e sacrifícios pacíficos perante Deus” - 1 Cr 16:1

O rei Davi havia preparado um tabernáculo para o Senhor, onde o povo pudesse ter livre acesso à Sua presença. Nessa tenda os sacrifícios de animais deram lugar a sacrifícios de louvor, agradecimento e exultação. Bem no centro estava a arca de Deus, manifestação da Sua constante presença, estabelecida mediante a adoração sincera do povo. Nada separava o povo da arca, o acesso para adoração e intercessão era livre. Havia muita música, instrumentos e contínua adoração. A tenda era aberta a todas as nações, sem acepção de pessoas.

Tabernáculo é um templo, mas pode também ser um lugar de moradia. Hoje somos o templo de Deus, morada do Seu Espírito (1 Co 3.16). Como a tenda de Davi, que era provisória, esperando a edificação do templo definitivo, nós também estamos apenas de passagem na terra. Como peregrinos, o Senhor quer ser colocado no centro da nossa vida e receber nosso louvor, adoração e serviço, bem como o incenso de nossas orações continuamente. O véu do templo já foi rasgado e temos livre acesso à Sua presença, onde podemos apresentar nossos corpos como sacrifício vivo e santo, oferecendo a Deus um culto racional.

A presença da arca em Jerusalém trouxe conversão, regozijo, consagração, paz, libertação, espírito de sacrifício e unidade entre o povo. Assim, responda: você tem a arca no centro do seu coração? A presença de Deus é constante em sua vida? Os seus sacrifícios a Deus são pacíficos e trazem um resultado de conversão, alegria, libertação e permanente louvor? Se você tem consciência da sua transitoriedade na terra e eternidade no céu, coloque o Senhor no centro da sua vida, buscando acima de tudo o reino de Deus e “as demais coisas lhe serão acrescentadas”, Mt 6.33.

Por Alaid S. Schimidt

terça-feira, setembro 04, 2012

Estudo: Metáforas Femininas para Deus


Metáfora é uma figura de linguagem em que um termo ou frase implica uma comparação entre duas coisas essencialmente diferentes, a fim de sugerir uma semelhança.
A Bíblia apresenta algumas metáforas femininas para identificar a pessoa de Deus. Isso não representa que se deva desprezar o pronome masculino, mas que o Seu grande amor e cuidado pode ser comparado com a suave figura da mãe, que concebe, nutre, carrega, cria e cuida de seus filhos.
A exemplo das parábolas, as metáforas conduzem o leitor da Bíblia a uma melhor compreensão daquilo que ela pretende transmitir acerca da natureza e dos atributos de Deus.

a) Em Jó 38:3; Is 42:14 e Jo 3:6, vemos Deus concebendo, carregando vida em seu ventre, em trabalho de parto e dando à luz. Em Jó 10:10-12; Is 46:3,4; Os 11:3,4, a mesma referência a uma mãe que cria seus filhos.

b) Em Nm 11:12; Sl 131:1,2; Is 49:15 e 1 Pe 2:2-3, Deus é comparado a uma mãe que amamenta seu filho.

c) O Sl 22:9,10 e Is 66:9 Davi compara Deus à parteira que recebe o nascituro.

d) No Sl 123:2, como a serva que tem os seus olhos fitos nas mãos da sua senhora, assim o salmista mantinha seus olhos fixos em Deus, até que Suas mãos operassem em seu favor.

e) Em algumas passagens,  Deus é comparado a mães de animais, que cuidam de suas crias e as ensina: a mãe ursa, Os 13:8; a mãe águia, Dt 32:11,12; a mãe galinha, Lc 13:34.

f) A “religião das deusas” - Tais metáforas não autorizam nenhum crente a praticar a “religião das deusas”, onde os adeptos da adoração a deusas acreditam que a divindade é imanente a todas as coisas. Eles vêem Deus como uma força feminina interna e universal, em vez de um Ser eterno e autônomo. Consideram o corpo feminino como a encarnação direta do brilho e do empalidecer do ciclo da vida e da morte na natureza. Seus ídolos são divindades femininas antigas, tais como Ártemis, Astarote ou Ísis, para representar o poder universal da mulher. Eles procuram a justiça e o equilíbrio ecológico e social por meio de rituais mágicos, de encantamentos e da geração de energia. A proposição de tais religiões é que a “Nova Era” vai surgir quando todas as pessoas reconhecerem sua unidade com o universos e respeitarem a divindade dos outros e da natureza.

Por Alaid S. Schimidt

terça-feira, agosto 28, 2012

Estudo: O que é necessário para entender a Bíblia


Simplesmente ler a Bíblia não traz entendimento. Para os inconversos e os que não temem a Deus, a Bíblia é um livro selado. Mesmo para os tementes, se não houver uma provisão divina para que ela seja compreendida. Foi assim com o eunuco da rainha Candace. Ele lia Is 53, mas faltava-lhe o intérprete do texto, para que o Espírito Santo proveu o envio de Filipe, At 8. Recebendo a interpretação, o eunuco converteu-se a Jesus Cristo e já pediu o batismo nas águas. 
Se analisarmos o texto de Js 1.7-9, o Senhor falou a Seu servo Josué que ele precisava tomar algumas atitudes com relação à Lei (Palavra de Deus):
- Esforçar (leitura mais estudo);
- Ter bom ânimo (vontade de ler, de aprender e de obedecer ou executar o que a Palavra diz);
- Cuidar para agir prudentemente de conformidade com TODA a Lei, sem desviar para lado algum (manter-se no caminho de Deus);
- Ter a Lei NA BOCA (recitar, testemunhar, transmitir e orar a Palavra de Deus);
- Meditar de dia e de noite com zelo para obedecer aos ensinamentos da Palavra.

O entendimento daquilo que está escrito depende ainda, além do posicionamento do leitor, de duas coisas básicas, segundo meu entendimento:
a) A presença de Jesus. Em Lc 24.27-32 vemos que os discípulos “conheciam” a Palavra, mas faltava-lhes o entendimento dela, o que a presença e a interpretação dada por Jesus proveu naquele momento. Se Jesus é o “Logos encarnado”, somente ligados a Ele teremos pleno entendimento da Palavra de Deus. Esta ligação é pelo Espírito Santo por meio da fé.

b) A ação do Espírito Santo no interior. Vemos em Jo 16.7-15, que o Espírito Santo é quem faz lembrar e entender as palavras de Jesus. Paulo disse que “A letra mata, e o Espírito vivifica”, 2 Co 3.6. A Palavra aponta o pecado e a morte conseqüente. O Espírito convence do pecado e liberta o homem, vivificando e regenerando a sua alma.

Os reis de Israel liam as Escrituras, mas seu entendimento estava bloqueado pelo espírito de desobediência. Quando Josias leu a Lei, converteu-se ao Senhor e buscou o entendimento por meio da palavra profética, consultando Hulda, a serva de Deus. A revelação somada ao entendimento, provocou tamanha compulsão no interior de Josias, que ele levou toda a nação ao arrependimento, confissão de pecados e conversão a Deus. Houve um grande avivamento em toda Judá, 2 Re 22-23. O que demonstra que a conversão e o temor a Deus produz entendimento das Escrituras.
Sei, por testemunho pessoal, o quanto isso é verdade. Antes de me converter ao Senhor Jesus eu abria a Bíblia e logo a fechava, porque não entendia nada e tinha medo de algumas passagens, principalmente sobre o “fim do mundo”. Depois que Jesus entrou em minha vida, a Bíblia tornou-se um rico tesouro, uma bússola perfeita, uma amiga inseparável, uma voz audível e inteligível. O que não entendo busco ajuda do Espírito Santo em oração e, de alguma forma, Ele provê a forma de me esclarecer. Homens de Deus são usados, como intérpretes, pregadores e comentaristas dos textos, de forma escrita, pela pregação, pela profecia e sempre acabo sendo esclarecida nas dúvidas que me assomam o espírito. É maravilhoso.
Tenho mais entendimento do que todos os meus mestres, porque medito nos teus testemunhos. A exposição das tuas palavras dá luz e dá entendimento aos símplices”, Sl 119.99,130.

Por Alaid S. Schimidt

Estudo: Deus se revelando através da Teofania em Gênesis e Êxodo


Saiba o que é Teofania: Aqui

1. Gênesis
Em Gênesis encontramos Deus “falando” a Caim, a Noé, Abraão e outros, porém não em forma de “teofania”, ou seja, a Bíblia não especifica que tenham ocorridos “aparições” da pessoa divina. A primeira vez que notamos o fato, está em 16.7-14, quando o “anjo do Senhor” aparece para Agar no deserto. Depois, aparecem três anjos a Abrão em forma humana, no cap. 18; dois deles seguem para Sodoma e um deles permanece, aceitando a intercessão do patriarca e sendo chamado de “Senhor” no v.33.
Os dois anjos que foram para Sodoma, embora não fossem chamados de “anjo do Senhor”, o que representa apenas uma aparição angelical, dirigiram-se à casa de Ló, falaram com ele e sua família e os encaminhou na fuga antes da destruição, cap. 19. Novamente o “anjo de Deus” apareceu a Agar no cap. 21, no deserto, porém novamente vemos uma manifestação angelical.
O “anjo do Senhor” apareceu novamente para Abraão em Gn 22, quando do sacrifício de Isaque, v.11. A experiência de Jacó em Betel, Gn 28, é outra ocasião em que ocorreu a teofania e a shekinah, quando ele viu, em sonho, a glória de Deus e depois o Senhor apareceu e falou com ele. No cap. 31, Jacó sonhou com o “anjo de Deus”, o qual lhe forneceu instruções acerca das decisões a tomar. No cap. 32, Jacó luta com um anjo no vau de Jaboque e chama aquele lugar de Peniel: “Tenho visto a Deus face a face, e a minha alma foi salva”, v.30. No cap. 49, quando abençoa seus filhos, Jacó faz menção do anjo que lhe apareceu e o livrou.

2. Êxodo
O livro do Êxodo apresenta a Shekinah divina, onde a nuvem no deserto, a presença divina na arca da aliança, o poder que se manifestou no tabernáculo, 40.34-36 e no Monte Sinai aos olhos do povo eram vívidas demonstrações da Sua glória, Êx 24.15-18. 
Mas encontramos vívida manifestação de teofania na sarça ardente, quando o anjo do Senhor, em meio a uma chama de fogo, falou com Moisés e o comissionou como libertador de Israel, cap. 3,4. No cap. 5, o Senhor lhe apareceu novamente, para o matar, quando Zípora o livrou, v.24,25. Embora em muitas passagens encontremos Deus “falando” a Moisés e Arão, a Bíblia faz uma referência à teofania, quando diz que o “Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem, para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo, para os alumiar...”, 13:21; 14.19,24.
Enquanto Moisés esteve no monte Sinai, Deus falou com ele, orientou, deu as determinações para o tabernáculo e as leis para Israel, Êx 25-32. Porém, no cap. 33, Deus promete enviar um anjo para caminhar junto com o povo, mas Moisés roga ao Senhor que lhe mostre a Sua glória. O Senhor lhe disse: “Não poderás ver a minha face, porquanto homem nenhum verá a minha face, e viverá”, v. 20. Portanto, o homem somente poderia ver “manifestações” ou “aparições de Deus”, o que aconteceu com Moisés: ele viu o Senhor “pelas costas”, v.23. A glória foi tanta, que seu rosto brilhava ao ponto de ofuscar as vistas de quem o contemplasse, cap.34.

Por Alaid S. Schimidt

sábado, agosto 04, 2012

Vídeo: Vi, Ouvi e Desci


Contato: alaidmaringa@gmail.com
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quarta-feira, julho 18, 2012

Reflexão: As grandes manifestações de Deus


As grandes manifestações de Deus foram dadas aos Seus servos não quando estavam no "topo", nem quando estavam cercados de pessoas. Eles conheceram a glória de Deus quando, abandonados por todos, desprezados por muitos, sofrendo humilhações e padecendo desencantos, foram para a presença de Deus! 

Entre tantos heróis da fé, vemos que:
- Paulo escreveu a maioria das suas cartas da prisão; 
- João teve a revelação do Apocalipse aprisionado na Ilha de Malta; 
- Ezequiel viu grandes visões, bem como Daniel, no cativeiro e compenetrados na oração secreta; 
- Abraão conheceu o Deus da Provisão no momento de maior prova da sua vida;
- Moisés recebeu seu chamado na solidão do deserto;
- José foi beneficiado com grande sabedoria e autoridade enquanto passava pelos piores vexames e dificuldades que um jovem pode enfrentar;
- Não fossem as provações de Jó e não teríamos esse livro que, por séculos e séculos, vem trazendo conforto e consolo ao coração de todos os crentes!

PORTANTO, AMADOS, NÃO RECLAMEM, NEM SOFRAM POR SEREM ALVOS DE ATITUDES QUE LHES TRAGA ANGÚSTIAS - APROVEITEM SEUS MOMENTOS DIFÍCEIS PARA CRESCEREM NA GRAÇA, NO CONHECIMENTO E NA REVELAÇÃO DO GRANDE DEUS QUE RESGATOU SUA VIDA E LHE TROUXE TÃO GRANDE CHAMADO PARA FRUTIFICAR NESSA TERRA!

Por Alaid S. Schimidt

segunda-feira, julho 02, 2012

Reflexão: Não temas


Receitinha básica para expulsar o medo:

1. Jesus prometeu estar conosco todos os dias das nossas vidas;

2. Ele disse que nunca nos abandonará;

3. Ele disse que teremos aflições no mundo, mas que podemos vencer pela fé;

4. Se Ele permitir que alguma provação nos atinja, ela está dentro dos Seus planos para o nosso aperfeiçoamento. Afinal, todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus e nós o amamos;

5. Se Ele nos chamou, Ele mesmo nos capacitará;

6. Afinal, Ele nos quer bem juntinhos do Seu coração, assim podemos descansar nos Seus braços, como o filho se aninha no colo do pai;

7. A certeza da Sua presença, amor e cuidado constantes, nos concede paz e confiança.

Tenham uma semana ótima com Jesus dominando a sua vida!

Por Alaid S. Schimidt

quinta-feira, junho 28, 2012

Reflexão: A Parábola do Rico e de Lázaro


Lucas 16.19-31

O fato de Deus atender pedidos e abençoar por causa das orações e da fé, não é garantia de que haveremos de morar com Ele no céu se não formos obedientes à Palavra Sagrada.
Ele curou dez leprosos, mas apenas um voltou para agradecer e adorar o Senhor. Esse, recebeu a salvação que leva ao céu.
No mundo espiritual não importa o quanto temos ou ganhamos, os nossos dotes pessoais, mas o quanto obedecemos e adoramos.
O rico da parábola era religioso, tinha tudo o que queria. Mas não era obediente à Palavra de Deus. Também era dado ao espiritismo, pois cria que, depois de morto, poderia voltar e falar com os seus para que se concertassem com Deus. Esse homem vivia para os seus deleites e não se importava em desenvolver o amor que se transforma em caridade para com o próximo, nem a religião que reconcilia o homem com Deus.
Lázaro foi provado de maneira triste: doença, pobreza, solidão, abandono. Talvez a pior prova tenha sido o julgamento do seu povo. Mas é certo que ele agradava a Deus, pois foi morar com Ele. Creio que Lázaro orou muito pela cura, pela libertação, pela prosperidade, mas aprouve a Deus deixar o seu testemunho de fé na salvação e perseverança na obediência, apesar das suas dificuldades. 
Que agradar a Deus, conhecer e cumprir a Sua vontade, procurar obedecer os Seus mandamentos seja o nosso alvo principal, pois a vida passa depressa, a qualquer hora Jesus pode vir arrebatar o Seu povo ou chamá-lo pela morte. Que as dores, sofrimentos e decepções da vida nos aproximem Dele, pois Nele e com Ele a vitória é certa e eterna!

Por Alaid S. Schimidt

segunda-feira, junho 25, 2012

Reflexão: OH! MEU JESUS!


Tanto amou,
Tanto pregou,
A tantos curou,
Muitos mais libertou,
Alimentou as multidões,
a multidões socorreu...
Quando mais precisava de um amigo,
lá estava Ele: tão só, tão só...
Gemendo no Getsêmani,
Seus amigos dormindo, e Ele só, tão só...
Foi para o julgamento sozinho,
Seus amigos O negaram,
sozinho humilhado,
sozinho julgado,
sozinho surrado,
sozinho ferido, 
fluindo sangue de todo o Seu corpo
e Ele tão só, tão só...
Caminhou na via crucis com tão grande multidão,
e Ele só, perecendo sob o peso da rude cruz...
Socorrido por quem não foi por Ele ajudado
subiu o fatídico monte,
esmorecendo pelas horas de suplício...


terça-feira, junho 19, 2012

Reflexão: Naquele dia...


NAQUELE DIA...

...o Senhor não vai olhar para as desculpas que damos para poder serví-Lo
... nem para as demoras que tivemos para perdoar, amar, servir, adorar
... Ele não vai olhar para as razões carnais que nos impediram de nos santificar e obedecer a Sua Palavra
... Ele vai olhar se nos preparamos, mantendo limpos os corações, abertos os olhos em direção da eternidade e prontos para fazer a Sua vontade
... Ele vai olhar para a disposição que tivemos em colaborar com a Sua obra e o quanto nos empenhamos em adorá-Lo em espírito e em verdade!

“Portanto, assim te farei, ó Israel! E, porque isso te farei, prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus”. Amós 4:12

Por Ev. Alaid S. Schimidt