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sexta-feira, maio 11, 2012

Musica: Mandisa

Cantora: Mandisa
Gênero: Praise & Worship
País: E.U.A.
Site: http://mandisaofficial.com

Nascida e criada em Citrus Heights, Califórnia, Mandisa cresceu cantando na igreja. Depois de terminar o colegial, estudou Jazz Vocal no American River College antes de se dirigir para o leste para Fisk University, em Tennessee, onde se formou com um diploma de bacharel em música com uma concentração na performance vocal.
Ela fez sessão de trabalho como backing vocal para uma ampla variedade de artistas como o autor cristão e orador Beth Moore, Sandi Patty, Shania Twain, Take 6 e Trisha Yearwood. A audição para quinta temporada do American Idol, em Chicago, levou-a de ser de backing vocal para a voz principal.
Vale a pena ouvi-la!





Musica: Stronger


Discografia:
- Christmas Joy (EP), 2007
- True Beauty, 2007
- It's Christmas, 2008
- Freedom, 2009
- What If We Were Real, 2011

Estudo: Morte substitutiva de Jesus


Definição: “Uma pessoa morre para que a outra possa ter vida”. 
No Éden, a vida era perfeita, não havia sofrimento, não havia dor, nem morte. Nossos primeiros pais - Adão e Eva, entretanto, fizeram uma escolha equivocada; violaram a lei de Deus e o pecado entrou na raça humana. O homem separou-se de Deus, carregando sobre si uma terrível sentença de morte, a morte espiritual que impõe separação entre o Deus santo e o homem pecador. Apesar de tudo isso, prevaleceu o amor de Deus: enquanto o homem rompia em desobediência, Deus preparou um plano de resgate da sua criatura mais preciosa; o prisioneiro do pecado e escravo do engano não foi abandonado à própria sorte, Gn 3:15. 
A sentença de morte fora pronunciada antes mesmo da transgressão; depois, só restava a Deus executar a pena do condenado. A morte era inevitável, mas a partir dessa dura realidade é possível compreender então o sentido desse magnífico título de Jesus - O Filho do homem. A conta ou pena que era nossa foi paga por Deus que se fez homem, sofrendo Ele mesmo, na própria carne (de Jesus) a execução da sentença que nos era inteiramente desfavorável. Por isso, Isaías profetizara setecentos anos antes do Calvário de Cristo: “O castigo que nos traz a paz estava sobre Ele”, Is 53:5. Esse o sentido do sacrifício vicário de Cristo, o exato sentido da morte substitutiva de Jesus em favor de todo aquele que crê. 
Em Cl 2:13,14, assegura que, na Cruz, Jesus cancelou o escrito de dívida que era contra nós.Cristo morreu em nosso lugar, o seu sangue foi derramado, para que pela Sua morte substitutiva, o homem, que estava morto espiritualmente, recebesse vida espiritual, ou seja, para que o seu espírito fosse vivificado: “Vemos, todavia, aquele que, por um pouco, tendo sido feito menor que os anjos, Jesus, por causa do sofrimento da morte, foi coroado de glória e de honra, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todo homem”, Hb 2:9. Vemos em 2 Co 5:14: “Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram”. E em 1 Pe 3:18: “Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito”.

quarta-feira, maio 09, 2012

Papel de Parede: Lc 11:10


Resolução: 1920x1080

terça-feira, maio 08, 2012

Reflexão: A Solidão na vida do Cristão


A solidão só é compreendida e sentida por quem passa por ela. E se perguntássemos para quem já passou por isso se é algo bom, diriam que não.
Mesmo aquela pessoa que diz que prefere a solidão, mas chega uma hora que não aguentará mais. E tudo isso porque Deus nos criou para não vivermos em solidão.
Em Gn 2:18 diz: “E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele”. Pela necessidade do homem de ter alguma companhia, Deus fez justamente o que ele precisava, nem pouco e nem muito, mas o necessário e perfeito.
Quando Deus diz que não é bom que o homem esteja só, podemos dizer que o ser humano foi criado para ter e para ser companhia. Então podemos dizer que Deus se preocupa para que isso sempre aconteça em nossas vidas. Assim cremos que Deus tem a pessoa certa para cada um, isso falando de relacionamento conjugal, e além disso tem a questão de amigos e companheiros da vida e da obra.

Dando essa pequena introdução, quero te dizer que existem momentos em nossa vida que Deus pode usar da solidão para realizar coisas necessárias em nossas vidas, e que a solidão pode ser um tratar de Deus em nós.
Eu não estou sendo contraditório em meu pensamento, e não estou afirmando que Deus quer que vivamos sós, mas estou dizendo que em alguns momentos em nossas vidas será necessária a solidão para que possamos melhorar.

Posso te dizer sobre José do Egito, por exemplo.
Vivia no meio de uma família grande e abençoada, e Deus fez promessas para sua vida, e para que se cumprissem essas promessas, a solidão, por um determinado tempo em sua vida, foi sua companheira, até parece contraditório né? A solidão ser sua companheira!
Mas foi isso o que aconteceu, mas na solidão ele aprendeu lições importantes e necessárias para sua vida e principalmente para que as promessas de Deus pudessem se cumprir em sua vida.

Outro exemplo bíblico que gostaria de dar é o de Jesus.
Em determinados tempos da Sua vida Ele não tinha companhia. Como por exemplo no Seu jejum que antecedeu Sua tentação. Ele ficou 40 dias e 40 noites de jejum e não tinha ninguém com Ele.
E no momento que antecedeu a Sua prisão e consequentemente a Sua morte, Ele passou alguns momentos sozinho no jardim do Getsêmani, momentos esses de angustias e aflições.

segunda-feira, maio 07, 2012

Fotos: Recepção 06.05.2012

Louvamos a Deus por cada um que a partir de 06.05.2012 faz parte da nossa Família.
Deus os abençoe e vamos caminhar juntos para a glória do Senhor!



Estudo: Morte Expiatória de Jesus


Expiação: reconciliação, pela qual os homens voltam para gozarem plena comunhão com Deus. A expiação, na tentativa de aplacar a ira divina, requer um sacrifício de sangue: “sem sacrifício de sangue não há remissão”, Hb 9:22. A divindade precisa ser apaziguada porque o verdadeiro Deus está irado contra a humanidade por causa de seu pecado. O tema da ira de Deus aparece freqüentemente através da Bíblia, inclusive no ensino de Cristo, Mc 3:29; 14:21. Ira não é apenas o desdobramento impessoal e inevitável da lei da causa e efeito, mas é também a intervenção pessoal de Deus na vida da humanidade, Rm 1:18; Ef 5:6. 
A necessidade da expiação se torna evidente por três motivos: a) a universalidade do pecado: “não há homem que não peque”, 1 Rs 8:46; “não há quem faça o bem, não há nem um sequer”, Sl 14:3; b) a seriedade do pecado, que é vista em passagens que mostram a aversão de Deus ao mesmo: “Tu és tão puro de olhos, que não podes ver o mal”, Hc 1:13; “O vosso pecado faz separação entre vós e o vosso Deus”, Is 59:2; ao pecador impenitente resta apenas “certa expectação horrível de juízo e fogo vingador prestes a consumir os adversários”, Hb 10:27; c) a incapacidade do homem resolver o problema do pecado: ele não pode ocultar o seu pecado, Nm 32:23 e nem purificar-se do mesmo, Sl 20:9. Nenhuma obra da lei será jamais capaz de tornar o homem idôneo para apresentar-se justificado perante Deus: “Visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei”, Rm 3:20. Se tiver que depender de si mesmo, o homem nunca será salvo. Talvez a mais importante evidência disso é o próprio fato da expiação. 

Diante da universalidade e da seriedade do pecado e da incapacidade do homem alcançar a salvação mediante seus méritos, era necessária uma ação drástica para resolver o problema de uma vez por todas. Assim se mostrou a morte de Jesus Cristo. O fato de Sua morte não foi simplesmente que alguns homens ímpios se levantaram contra Ele, nem que seus inimigos conspiraram contra Ele e que Ele não lhes pôde resistir. A morte de Cristo no foi um acidente, mas uma ação compelida por uma necessidade divina irresistível. Cristo “foi entregue por causa das nossas transgressões”, Rm 4:25. Ele veio especificamente para morrer pelos nossos pecados. Seu sangue foi derramado “em favor de muitos, para remissão de pecados”, Mt 26:28.  O significado expiatório da morte de Jesus é encontrado em Mc 10:45. Resgate, gr. “lutron”, é o preço pago para a libertação de um escravo ou para comprar a liberdade de um prisioneiro de guerra. A palavra, no contexto bíblico, tem o significado de sacrifício expiatório, como equivalente de “asham” em Is 53:10. Jesus deu a sua vida para resgatar as vidas escravizadas e perdidas.

Video: Batismo 06.05.2012