Temos o propósito de levar o amor e a verdadeira palavra de Deus para jovens que não O-conhecem; Dando-lhes entendimento, capacidade e uma visão espiritual. Assim, fazendo-os ver o propósito de Deus em todas as áreas de sua vida. - "Nossa luta não é contra carne ou sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais." (Efésios 6:12)
sábado, maio 04, 2013
sexta-feira, maio 03, 2013
Estudo: Porque a Bíblia relata exemplos ruins?

De um lado, Ele mostra a falibilidade humana, a sua fraqueza e incompetência própria para vencer as tentações sem a ajuda de Deus. Mostra, também, que o tentador e inimigo das almas não perde tempo, portanto, sem vigilância e abrindo brechas o ser humano torna-se sua presa fácil, como foi no caso de Davi com Bate-Seba, 2 Sm 11-12.
Em 1 Co 10.1-12 o apóstolo Paulo usa a figura dos israelitas no deserto, quando se prostraram diante dos ídolos, murmuraram contra Deus e contra Moisés, se prostituíram com outros povos, e diz ao povo de Deus: “E estas coisas foram-nos feitas em figura, para que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram... tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso...”. Portanto, os aspectos negativos das pessoas envolvidas em tais fatos, constam na Palavra de Deus para “nosso aviso”, isto é, para nos prevenir que, se agirmos da mesma maneira, teremos o mesmo fim: “aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe, não caia”, v.12.
Depois de apresentar a “galeria dos heróis da fé” no cap. 11, o escritor aos Hebreus diz no cap. 12.1: “Nós, também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado, que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta...”. Se o fato de exaltar a postura daqueles que, pela paciência e fé, conquistaram seus postos na obra de Deus, da mesma forma, as descrições dos que erraram, conduzem-nos à reflexão de como deve ser a nossa postura espiritual, a fim de acertar como os primeiros e não errar como os segundos.
Mas creio que o principal objetivo é mostrar a grandeza do amor e do perdão de Deus, a revelação da Sua eterna misericórdia e também os Seus justos juízos. O homem colhe aquilo que semeia. Mas o amor de Deus sempre prevalece quando existe arrependimento do homem.
Fico impressionada sempre que penso em Manassés, o filho do rei Ezequias. O cap. 21 de 2 Reis, cap. 20, mostra que, apesar de ter vivenciado o testemunho e dedicação do seu pai, como avivalista de Israel, ele cometeu impiedades e atrocidades tais, ao ponto de passar seu filho pelo fogo, em oferenda ao deus Moloque. Diz o v.11, que ele fez pior do que os amorreus e outros povos idólatras, permitindo o Senhor, para a sua correção, que fosse preso e levado pelos assírios, em cadeias, para a Babilônia, 2 Cr 33.11.
Em terra distante, pagando o preço da sua obstinada rebeldia, Manassés se angustiou, orou e se humilhou muito perante o Senhor, 2 Cr 33.12. O v.13 nos relata que Deus “se aplacou para com ele, e ouviu a sua súplica, e o tornou a trazer a Jerusalém ao seu reino. Então conheceu Manassés que o Senhor era Deus”. A existência de tal fato na Bíblia revela-nos a grandeza do “coração” de Deus, sempre pronto a perdoar, a restaurar, a restituir o que o homem perdeu com sua obstinação. Não foi diferente com Sansão, nem com Davi, nem com outros que pecaram, mas arrependidos buscaram ao Senhor, e Ele os perdoou, restaurou e mostrou que, para Ele, não existem “casos perdidos”. Louvado seja Deus.
Em 1 Co 10.1-12 o apóstolo Paulo usa a figura dos israelitas no deserto, quando se prostraram diante dos ídolos, murmuraram contra Deus e contra Moisés, se prostituíram com outros povos, e diz ao povo de Deus: “E estas coisas foram-nos feitas em figura, para que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram... tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso...”. Portanto, os aspectos negativos das pessoas envolvidas em tais fatos, constam na Palavra de Deus para “nosso aviso”, isto é, para nos prevenir que, se agirmos da mesma maneira, teremos o mesmo fim: “aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe, não caia”, v.12.
Depois de apresentar a “galeria dos heróis da fé” no cap. 11, o escritor aos Hebreus diz no cap. 12.1: “Nós, também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado, que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta...”. Se o fato de exaltar a postura daqueles que, pela paciência e fé, conquistaram seus postos na obra de Deus, da mesma forma, as descrições dos que erraram, conduzem-nos à reflexão de como deve ser a nossa postura espiritual, a fim de acertar como os primeiros e não errar como os segundos.
Mas creio que o principal objetivo é mostrar a grandeza do amor e do perdão de Deus, a revelação da Sua eterna misericórdia e também os Seus justos juízos. O homem colhe aquilo que semeia. Mas o amor de Deus sempre prevalece quando existe arrependimento do homem.
Fico impressionada sempre que penso em Manassés, o filho do rei Ezequias. O cap. 21 de 2 Reis, cap. 20, mostra que, apesar de ter vivenciado o testemunho e dedicação do seu pai, como avivalista de Israel, ele cometeu impiedades e atrocidades tais, ao ponto de passar seu filho pelo fogo, em oferenda ao deus Moloque. Diz o v.11, que ele fez pior do que os amorreus e outros povos idólatras, permitindo o Senhor, para a sua correção, que fosse preso e levado pelos assírios, em cadeias, para a Babilônia, 2 Cr 33.11.
Em terra distante, pagando o preço da sua obstinada rebeldia, Manassés se angustiou, orou e se humilhou muito perante o Senhor, 2 Cr 33.12. O v.13 nos relata que Deus “se aplacou para com ele, e ouviu a sua súplica, e o tornou a trazer a Jerusalém ao seu reino. Então conheceu Manassés que o Senhor era Deus”. A existência de tal fato na Bíblia revela-nos a grandeza do “coração” de Deus, sempre pronto a perdoar, a restaurar, a restituir o que o homem perdeu com sua obstinação. Não foi diferente com Sansão, nem com Davi, nem com outros que pecaram, mas arrependidos buscaram ao Senhor, e Ele os perdoou, restaurou e mostrou que, para Ele, não existem “casos perdidos”. Louvado seja Deus.
Por Alaid S. Schimidt
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Estudo
segunda-feira, abril 29, 2013
Experiência: Tudo na hora certa

E eu precisava buscar a minha esposa na casa de uma amiga as 21h15, mas a reunião estava tão boa que encerramos ela as 22h10. Em partes estava preocupado com a minha esposa, mas estava muito bacana esse momento de compartilhamento da palavra de Deus e a participação de todos.
E aconteceu que eu consegui buscar a minha esposa já era mais de 22h30, mas daí ela me relatou que a amiga dela começou a se abrir com ela, pedindo conselhos e ajuda em oração, e que acabou levando o mesmo tempo.
E no dia seguinte, 25.04.2013, após o culto, eu e minha esposa atendemos uma pessoa. Conversamos e oramos, e terminamos já era 22h05. Daí eu fui pegar minhas coisas na secretaria para irmos embora, e quando eu entrei lá o telefone tocou. Era uma pessoa perguntando se poderia atendê-la, apesar do horário. E eu disse que sim.
Ela me relatou que alguém havia entregado para ela um folheto, e no mesmo tem os dados da Igreja. Então relatou sobre a situação que a sua família se encontrava e nos pediu para que orássemos, e o fizemos.
Achei muito legal a forma como Deus fez, para os horários se encaixarem e ninguém ter prejuízo ou perda, e o Seu nome ser glorificado em tudo.
É o que a Bíblia diz em Ec 3:1-8: "Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar; Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar; Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora; Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar; Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz".
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quinta-feira, abril 25, 2013
Termo: Ternura

A mulher ao ser criada, foi dotada desta qualidade que demonstra atitudes de amor, delicadeza, afeição e amizade sincera, por meio de comportamentos de serenidade e carinho para com as pessoas. A ternura, a doçura, a brandura e a suavidade são geradas pela presença forte, poderosa e permanente do Espírito Santo naquela que foi criada à imagem e semelhança do próprio Criador.
A ternura é uma virtude que nasce com a pessoa. Se observarmos o comportamento espontâneo de ternura e meiguice nas crianças ainda não atingidas pela violência do pecado, veremos que elas são ternas, doces, encantadoras. Elas retribuem ao menor gesto de atenção e são sinceras em suas manifestações. Ser amoroso e terno é a essência espiritual do ser humano. Porisso, a ternura não é algo que deve ser aprendido, mas algo que deve ser desbloqueado, liberado, desenvolvido e manifesto.
As frustrações, as amarguras, as decepções e contrariedades da vida roubam da pessoa esse sentimento tão saudável e necessário tanto para a satisfação pessoal, quanto para a satisfação das pessoas com as quais ela se envolve. Conseguir dirigir e canalizar apropriadamente a forte energia da ternura, da meiguice, da afeição natural pelas pessoas e pelas coisas, deve ser um alvo a ser conquistado pela mulher que se propõe a agradar a Deus e a viver num ambiente de harmonia e felicidade. Deixar fluir atitudes ternas e bondosas, aumenta de maneira excepcional a auto-estima, leva a pessoa a gostar muito mais de si mesma e, conseqüentemente, dos outros. Intensifica a sua capacidade de influir na transformação positiva das pessoas e proporciona excelentes relacionamentos humanos, criando uma força de atração e admiração de todos, que vai contribuir para o benefício pessoal.
Os trabalhos realizados com amor, ternura e afeição trazem resultados eficazes e retornos materiais e espirituais gratificantes. Não importa o tipo de trabalho, desde o mais simples e caseiro até o mais exigente e complexo, só apresenta resultados com retornos excelentes, mentais e materiais, quando são energizados com a força da ternura, do amor, do carinho e do afeto sincero.
Além dos benefícios em todos os relacionamentos, a ternura é um elemento fundamental na realização íntima do casal. A mulher terna, carinhosa, amorosa, vai conquistar o seu marido com tais atitudes. Vai transformar os momentos íntimos em oportunidades de prazer e alegria, alcançando a satisfação, alvo que tem frustrado muitas mulheres, por estas tolherem tais manifestações em sua vida com o marido.
Por Alaid S. Schimidt
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Termos Bíblicos
sexta-feira, abril 19, 2013
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