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quarta-feira, outubro 06, 2010

Video Estudo: Jesus Cristo é tudo


segunda-feira, outubro 04, 2010

Estudo: Definindo Monodinamismo

É a doutrina segundo a qual uma só e mesma alma é o princípio da vida e do pensamento. Monodinamismo é o mesmo que Animismo, comumente mencionado como panpsiquismo ou hilozoísmo. Modo de pensamento ou sistema de crenças em que se atribui a seres vivos, objetos inanimados e fenômenos naturais um princípio vital pessoal, isto é, uma alma.
O monodinamismo traduz a idéia de que todas as coisas do Universo são investidas de uma força de vida, alma ou mente. Filosoficamente, o monodinamismo é o oposto do materialismo. Um animista filosófico argumentaria, por exemplo, que uma pedra ou uma árvore não é meramente um aglomerado de átomos e moléculas (materialismo), mas, pelo contrário, possui uma “conscientização” das forças ou dos outros corpos que estão ao redor.
Embora seja encontrado mais freqüentemente nos círculos filosóficos, o animismo é um importante elemento da vida religiosa dos povos primitivos. É também comum aparecer nos círculos de ocultismo e espiritismo.
Para o monodinamismo, existe o deus sol, a divindade lunar, o trovão, a montanha sagrada, os espíritos da água, do fogo, do vento e tantos outros. A crença de que fenômenos e forças da natureza são capazes de intervir nos assuntos humanos constitui o fundamento de todas as idéias religiosas consideradas animistas.
Em sentido mais técnico, conhece-se por esse nome a teoria formulada pelo antropólogo inglês Sir Edward B. Tylor em sua obra “A cultura primitiva”, 1871. O animismo, segundo essa teoria, é a primeira grande etapa da evolução do pensamento religioso, que indefectivelmente continua pelo politeísmo até culminar no monoteísmo. Para Tylor, a origem da noção de alma está nas experiências do adormecimento, da doença, da morte e, sobretudo, dos sonhos, que levam a imaginar a existência de um "duplo" insubstancial do corpo. Esse princípio da vida e do pensamento pode atuar com independência e até sobreviver ao corpo depois de sua morte. A crença em que a alma perdura explica o culto aos mortos e aos antepassados. Mais tarde, por analogia com os seres humanos, começa-se a considerar dotados de alma, os animais e as plantas.
Desde o momento em que, dando um passo além, se alcança a concepção de espíritos independentes que podem encarnar-se nos mais diversos objetos, aparece o fetichismo e, com ele, o culto à natureza, isto é, a rios, árvores, fenômenos atmosféricos etc. Quando se chega a venerar um só deus dos rios, outro das arvores etc., alcança-se a etapa politeísta, própria dos povos "semi-civilizados", em que são cultuadas personificações das forças da natureza, das quais depende a prosperidade e até a sobrevivência do grupo. Por fim, a transição para o monoteísmo pode produzir-se de vários modos; o mais simples deles é atribuir a supremacia a um dos deuses, diante do qual, os outros acabam empalidecendo.
Por sua clareza, sugestibilidade e grande simplicidade evolutiva, a obra de Tylor exerceu grande influência. Contudo, os estudos posteriores abalaram quase todas as suas teses. Em primeiro lugar, não se pode afirmar hoje que todas as religiões se tenham constituído seguindo a pauta que ele propõe. E mais: existem comunidades arcaicas em que surge a crença num ser supremo sem que tenha havido a fase do animismo. Também não é certo que o fetichismo esteja sempre ligado ao animismo; muitas vezes, aparece unido à magia. Por outro lado, existem crenças segundo as quais os homens possuem não só uma, mas várias almas, fenômeno em que Tylor nunca reparou. Isso sem mencionar a objeção prévia da inexistência de um procedimento certo que permita conhecer as primeiras crenças dos homens.
Apesar de tudo, reconhece-se na teoria de Tylor o grande valor de ter mostrado a conexão entre o animismo e o culto aos mortos, o xamanismo etc. E, sobretudo, de ter iniciado uma forma de abordar as crenças dos povos primitivos, as quais ele viu como uma tentativa de racionalizar a experiência, e não como manifestações de uma mentalidade pré-lógicas ou como meras representações simbólicas da ordem social.

Estudo feito por Ev. Alaid S. Schimidt

Imagem: Código de Hamurabi

Detalhe do topo da pedra que contém o código de Hamurabi que reinou em Babilônia durante o primeiro império babilônico

Estudo: Definindo Teologia

“É a disciplina que transmite o ensinamento sobre a pessoa e os atributos de Deus, e seu especial relacionamento com Sua criação, em particular o homem” (Itepar).

O termo Teologia é de origem grega, e etimologicamente significa tratado, ciência de Deus. A Enciclopédia Encarta define teologia como “disciplina que expressa a razoabilidade dos conteúdos de uma fé religiosa, apresentados em um conjunto coerente de proposições”. O termo começou a ser utilizado pelos cristãos a partir de Euzébio de Cesárea. Desde então vem sendo entendido como a exposição metódica e estruturada da revelação aceita pela fé. É o mesmo que compreender e penetrar nas verdades reveladas à luz da razão iluminada pela fé. Numa definição simplista, teologia é a ciência na qual a razão do crente, guiada pela fé teologal, se esforça em compreender melhor os mistérios revelados em si mesmos e em suas conseqüências.
O objeto material da Teologia é Deus (objeto primário ou principal) e todas as realidades por Ele criadas e governadas por seu desígnio salvador (objeto secundário). O objeto formal é único, pois objeto formal é o próprio Deus. Podemos dividir a Teologia em Natural (a fonte de informação é a “natureza”); Teologia Sistemática (as principais fontes de informação estão na revelação, na filosofia e na psicologia); e Teologia Bíblica (a fonte de informação é estritamente a Bíblia).
O pressuposto absoluto da Teologia é a Fé, sendo que aquela se faz a partir e dentro da fé, sendo algo mais que uma simples reflexão racional sobre os dados da revelação. Portanto, a Teologia é o desenvolvimento da dimensão intelectual do ato de fé. É uma fé reflexiva, fé que pensa, compreende, pergunta e busca. Trata de elevar, dentro do possível, o crer ao nível da inteligência.
A Teologia não é uma ciência, se entendermos por ciência somente a disciplina caracterizada por uma aproximação à verdade (com um método e um poder sobre o real) ligada a uma gestão cuja exatidão é dirigida e verificada por uma experimentação, onde o científico seria somente o rigorosamente verificável. Mas se entendermos como ciência aquela disciplina que pode provar um objeto, um método próprio e possa desembocar em condições que se possam comunicar aos outros, nesse sentido poderíamos falar de ciência canônica, ciência bíblica e ciência teológica, em razão do rigor.

Estudo feito por Ev. Alaid S. Schimidt

sexta-feira, outubro 01, 2010

Musica: The Glorious Unseen

Banda: The Glorious Unseen
Gênero: Rock / Louvor
País: E.U.A.

Depois de acabar com a namorada, acabar os estudos e ver algumas coisas ruins aconteceram em sua Igreja, Ben Crist, vocalista da banda, estava sem direção na vida e sem saber o que fazer. Então soube de uma reunião que começará na casa de um pastor. Passou a participar, e nessa reunião doméstica, começou a ter lindas experiências com Deus, e nesse grupo Deus começou a levantá-lo, e passou a fazer músicas e ser o líder de louvor nesse grupo. E não parou mais.
Vale a pena ouvi-los.



Discografia:
- Tonight The Stars Speak, 2007
- The Cries Of The Broken EP, 2008
- How He Loves (EP), 2009
- The Hope That Lies In You, 2009

Papel de Parede: O amor de Deus nos une

Resolução: 1440x900

Termo bíblico: Hospitalidade

Virtude importante no mundo nômade (Gn 18,1-8; 19,1-8; Jz 19,16-24; Nm 35,9-34), um verdadeiro mandamento (Dt 10,18s; Is 58,7; Mt 10,40-42), gesto de caridade cristã (Rm 12,13; 1Tm 3,2; Tt 1,8; Hb 13,2; 1Pd 4,9; 3Jo 5-8).
Havia ritos de acolhida, com oferta de pão e vinho (Gn 14,18-24), ação de lavar os pés (Lc 7,36-46; Jo 13,1-15; 1Tm 5,10).
Acolher o pobre e o pequenino, os apóstolos e a Palavra, é acolher a Cristo (Mt 25,35; Lc 9,1-6.46-48; Gl 4,14; 1Ts 1,6).
Cristo experimentou a hospitalidade humana: em casa de Simão Pedro (Lc 4,38), em Caná (Jo 2,2), em casa de Zaqueu (Lc 19,1-10), em casa de Lázaro, Marta e Maria (Jo 12,2-3; Mt 21,17), em casa de Simão (Mt 26,6-7), em casa dos discípulos de Emaús (Lc 24,29-30). Foi também rejeitado pelo seu povo (Jo 1,11), pelos habitantes de Belém (Lc 2,7), pelos seus conterrâneos (Lc 4,16-29; Mt 13,57s) e pelos samaritanos (Lc 9,53-56).