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terça-feira, maio 21, 2013

Estudo: Ordenança de Deus - Batismo


- Somos admitidos ao corpo de Cristo quando aceitamos Jesus como Salvador e confirmamos isso pelo batismo - Ef 4.4,5

- O exemplo de Jesus: apresentado quando criança, Lc 2.22; batizado quando adulto, Mc 1.9

- Cumprimento da justiça de Deus – Mt 3.13-15

- Ordenança de Cristo – Mt 28.19; At 2.38

- Complemento da salvação – Mc 16.15,16

- Sinal de arrependimento e conversão – Mc 1.4-5; At 19.4

- Identificação com Cristo – Rm 6.3-6

- Método bíblico: imersão – Jo 3.23; At 8.36-39

- Em nome da Trindade – Mt 28.19

- Batismo: obediência, salvação e amizade com Cristo – Jo 15.14


Por Alaid S. Schimidt

sexta-feira, maio 03, 2013

Estudo: Porque a Bíblia relata exemplos ruins?

A Bíblia diz que “tudo o que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito”, Rm 15.4. O Senhor em tudo tem um propósito. Creio firmemente, que ao descrever aspectos negativos de homens de Deus e homens sem Deus, o Senhor tem um propósito básico de ensino.
De um lado, Ele mostra a falibilidade humana, a sua fraqueza e incompetência própria para vencer as tentações sem a ajuda de Deus. Mostra, também, que o tentador e inimigo das almas não perde tempo, portanto, sem vigilância e abrindo brechas o ser humano torna-se sua presa fácil, como foi no caso de Davi com Bate-Seba, 2 Sm 11-12.
Em 1 Co 10.1-12 o apóstolo Paulo usa a figura dos israelitas no deserto, quando se prostraram diante dos ídolos, murmuraram contra Deus e contra Moisés, se prostituíram com outros povos, e diz ao povo de Deus: “E estas coisas foram-nos feitas em figura, para que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram... tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso...”. Portanto, os aspectos negativos das pessoas envolvidas em tais fatos, constam na Palavra de Deus para “nosso aviso”, isto é, para nos prevenir que, se agirmos da mesma maneira, teremos o mesmo fim: “aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe, não caia”, v.12.
Depois de apresentar a “galeria dos heróis da fé” no cap. 11, o escritor aos Hebreus diz no cap. 12.1: “Nós, também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado, que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta...”. Se o fato de exaltar a postura daqueles que, pela paciência e fé, conquistaram seus postos na obra de Deus, da mesma forma, as descrições dos que erraram, conduzem-nos à reflexão de como deve ser a nossa postura espiritual, a fim de acertar como os primeiros e não errar como os segundos.
Mas creio que o principal objetivo é mostrar a grandeza do amor e do perdão de Deus, a revelação da Sua eterna misericórdia e também os Seus justos juízos. O homem colhe aquilo que semeia. Mas o amor de Deus sempre prevalece quando existe arrependimento do homem.
Fico impressionada sempre que penso em Manassés, o filho do rei Ezequias. O cap. 21 de 2 Reis, cap. 20, mostra que, apesar de ter vivenciado o testemunho e dedicação do seu pai, como avivalista de Israel, ele cometeu impiedades e atrocidades tais, ao ponto de passar seu filho pelo fogo, em oferenda ao deus Moloque. Diz o v.11, que ele fez pior do que os amorreus e outros povos idólatras, permitindo o Senhor, para a sua correção, que fosse preso e levado pelos assírios, em cadeias, para a Babilônia, 2 Cr 33.11.
Em terra distante, pagando o preço da sua obstinada rebeldia, Manassés se angustiou, orou e se humilhou muito perante o Senhor, 2 Cr 33.12. O v.13 nos relata que Deus “se aplacou para com ele, e ouviu a sua súplica, e o tornou a trazer a Jerusalém ao seu reino. Então conheceu Manassés que o Senhor era Deus”. A existência de tal fato na Bíblia revela-nos a grandeza do “coração” de Deus, sempre pronto a perdoar, a restaurar, a restituir o que o homem perdeu com sua obstinação. Não foi diferente com Sansão, nem com Davi, nem com outros que pecaram, mas arrependidos buscaram ao Senhor, e Ele os perdoou, restaurou e mostrou que, para Ele, não existem “casos perdidos”. Louvado seja Deus.
Por Alaid S. Schimidt

sexta-feira, março 22, 2013

Estudo: Instituindo o Reino de Deus


Desde então, começou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos céus”. Mt 4:17

A palavra reino, que no dicionário da língua portuguesa significa – “Domínio”, é freqüentemente vista nos escritos bíblicos. Aproximadamente 137 vezes que a bíblia retrata a palavra reino, referente ao governo de Deus e de Cristo, isto somente no Novo Testamento.  Do grego Basiléia, significando “realeza, governo”, tem seu significado baseado nas profecias do Antigo Testamento, onde o reino seria instituído pelo Messias. Este reinado é descrito como um período de ouro no qual a verdadeira justiça será estabelecida gerando paz e bem-aventurança.
Os judeus possuem o entendimento destas profecias como algo temporal, e aguardam um messias que virá em glória para o julgamento final de todas as nações. Porém, em Cristo temos o entendimento que este reino é antes de tudo, espiritual, isto é, primeiramente habitará no coração dos homens. Este reino terá por testemunha o Espírito Santo, quando lemos (Lc 2: 27), vemos Simeão sendo levado pelo Espírito á conhecer o Messias (Jesus), tendo a ciência de que o Reino havia chegado. Logo temos uma conclusão de que, o reino está intimamente ligado ao Messias, ou seja, o reino é o próprio Cristo. Quando lemos em Colossenses 1: 15-17, Paulo escreve que todas as coisas foram criadas por meio de Cristo e para Ele mesmo. O reino de Deus não está desvinculado de Jesus.
Quando olho para o título deste texto, “Instituindo o Reino”, quero propor a razão disto, isto é, que reino está sendo instituindo, e qual o meio de instituí-lo? A resposta desta questão é: o Reino é Cristo e o meio é o vivenciar de Sua Palavra. Tudo está casado, Jesus é o reino como também a palavra. (Jo 1: 1-3).

domingo, março 10, 2013

Estudo: A Universalidade do pecado


A explicação bíblica sobre a universalidade do pecado está em que Adão e Eva, pessoas humanas literais, foram criados em estado de inocência, por um ato divino. Em seguida, foram tentados, e caíram no pecado. Isso impôs a mortalidade, a degradação e a desintegração. Esse ato de pecado, e seu estado resultante, foram então transferidos para a raça humana inteira, devido à conexão da raça com Adão.
O apóstolo Paulo introduziu essa maneira de pensar no Cristianismo, no quinto capítulo da Epístola aos Romanos: “... por um só homem entrou o pecado no mundo”, v.12. Paralelamente, Paulo via em Cristo o Segundo (ou último) Adão, no qual há uma perfeita justiça, que pode ser imputada a todos os homens, tal como nos foi imputado o pecado do primeiro Adão. Um pouco antes, no cap. 3, ele registra que “todos pecaram e carecem da glória de Deus”, v.23, demonstrando a sua visão sobre a universalidade do pecado.
Champlin analisa que nos escritos rabínicos não há qualquer ensino claro sobre o pecado adâmico transmitido à raça humana. “No entanto, visto que Paulo era fariseu, é perfeitamente possível que a abordagem dele sobre a questão tivesse surgido no  judaísmo helenista, não tendo sido originada por ele”. Ele admite, todavia, que alguns teólogos usam a passagem do Sl. 51.5 como texto de prova veterotestamentária quanto à questão do pecado original e da universalidade do pecado: “Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu a minha mãe”.

O mesmo autor analisa a natureza do pecado sob duas dimensões: 

quarta-feira, fevereiro 27, 2013

Estudo: Conselhos a novos na Fé


A seguir, queremos registrar alguns conselhos que ajudarão muito em sua vitória na carreira cristã.
Leia cada versículo e volte a lê-los sempre que for necessário:

1 - NUNCA DUVIDE DA SUA SALVAÇÃO, QUE É OBTIDA:
- Não pelos seus méritos e nem pelo seu sacrifício – Efé. 2:8,9; 1 Ped. 1:18,19
- Pelos méritos e sacrifício de Cristo – Heb.  5:9; Atos 2:21 e 4:2.
- Por graça e amor de Deus – Jo. 3:16 e Efé. 2:8.

2 - NÃO ESQUEÇA QUE, PELA FÉ E PELO BATISMO, VOCÊ ESTÁ INTEGRADO AO CORPO DE CRISTO – Mc. 16:16; Rom. 6:3,4;  1 Cor.  12:12-27.

3 - PARTICIPE ASSIDUAMENTE DA CEIA DO SENHOR – 1 Cor. 11:23-28.

4 - DESENVOLVA A SUA SALVAÇÃO – Fil. 2:12; Heb. 2:3; 1 Ped. 1:19; Mat. 10:22.

5 - PROCURE CRESCER NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO DO SENHOR – Os.6:3; Jer. 9:23,24; 2 Ped. 3:18 e 1:5-8.

6 - FAÇA DA BÍBLIA SUA ÚNICA REGRA DE FÉ E PRÁTICA – Sal. 119:9,11 e 105; Rom. 10:17.

7 - ESFORCE-SE PARA SER UM VERDADEIRO ADORADOR:
- Congregando – Heb. 10:25
- Mantendo vida de oração e entrega a Deus – Êxo. 33:11 e 18; 1 Tes. 5:18.
- Buscando o batismo com o Espírito Santo – Mat. 3:11;  Luc. 24:49;  Atos 1:8.
- Almejando os dons espirituais – 1 Cor. 12:1 e 14:1.
- Anunciando a salvação a outros – Mar. 16:15.

8 - LUTE PELA SANTIFICAÇÃO DE SUA VIDA – Heb. 12:14; Deut 22:5; 1 Tim 2:9-10; Apoc. 22:11.

9 - FAÇA DOS PASTORES E DOS IRMÃOS CONSAGRADOS OS SEUS MELHORES AMIGOS – Heb. 13:7,17; Sal. 119:63.

10 - SEJA DIZIMISTA FIEL – Mal. 3:10-12.

11 - CULTIVE A PRÁTICA  DO  CULTO EM  FAMÍLIA – Deut. 6: 4-9; Jos. 24:15.

12 - INTEGRE-SE AO DEPARTAMENTO DE SUA FAIXA ETÁRIA: Varões, Senhoras, Jovens, Adolescentes, que sempre haverá programações para o crescimento do grupo – Isa. 41:6.

13 - SEJA ALUNO ASSÍDUO DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL E ESFORCE-SE PARA QUE SUA FAMÍLIA TAMBÉM PARTICIPE - Rom. 15:4; 2 Tim. 2:15; Mat. 11:29,30.

14 - OLHE SEMPRE PARA JESUS, FIRMANDO-SE NO SEU AMOR E CUIDADO DIÁRIOS – Heb. 12:1,2; Jer 17:5-10; Lam 3: 22-25.

Por Alaid S. Schimidt

terça-feira, fevereiro 26, 2013

Estudo: O poder do testemunho


At 1:8: “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra

Como é maravilhoso saber que Deus quer nos fazer Suas testemunhas.
A definição de testemunha que encontramos é: pessoa que presenciou, viu ou ouviu alguma coisa; prova.
Vemos nesse texto de Atos 1:8 alguns requisitos para ser testemunha de Deus:
1 – Ter a palavra enxertada em nós (v. 2)
2 – Crer e receber a Cristo como Salvador
3 – Viver para Deus, e ser obediente as Suas ordens (v. 4)
4 – Receber o Espírito Santo
Então quando o Espírito Santo habitar em nós, Ele vai operar o Seu poder em nós, e isso é maravilhoso de mais entendermos, pois apesar de termos força, dons e capacidade, tudo isso é limitado, mas com o poder do Espírito Santo em nós, poderemos e seremos testemunhas de Deus.
Pois não só teremos presenciado a manifestação do Seu poder, como teremos experimentado isso, e assim sendo, poderemos ser testemunhas fiéis de Deus.

Entre muitas histórias bíblicas que poderia usar sobre ser testemunha de Deus, quero falar sobre a Mulher Samaritana (João 4).

domingo, fevereiro 24, 2013

Estudo: O que é pecado?


De acordo com a. definição do dicionarista Aurélio, a palavra pecado vem do latim peccatu e significa “transgressão de preceito religioso. Falta, erro; culpa, vício”. E complementa: “Pecado original - o pecado de Adão e Eva,  transmitido a todos os seus descendentes, que nascem em estado de culpa”. Segundo o Breve Catecismo de Westminster, “Pecado é qualquer falta de conformidade com a lei de Deus, ou qualquer transgressão desta lei”. Outro Catecismo importante, o de Heidelberg, traz como terceira pergunta: “Como você conhece sua miséria?”. E responde: “Pela lei de Deus”. Em 1 Jo 3.4 temos: “... pecado é transgressão da lei”.
No grego, os termos bíblicos usados para pecado são: hamartia, que significa “ato pecaminoso, pecaminosidade”, At 3.19; paraptoma, “transgressão, pecado, passo em falso”, Ef 2.1; anomia, “ilegalidade, transgressão, pecado como estado mental, ato ilegal”, Mt 13.41; e adikia, “injustiça, erro, impiedade, iniqüidade”, Rm 6.13. No hebraico encontramos as seguintes palavras para pecado: chata, que quer dizer “errar o alvo”, Êx 20.20; aven, “agir com perversidade”, Is 53.6; pesha, “revoltado”, Is 1.2; maal, “agir traiçoeiramente”, Js 7.1; marah, “rebelar, amargurar a Deus”, 1Sm 12.13; e marad, “ser desobediente”, Ne 9.26.
A maioria dos teólogos usa o vocábulo grego Hamartia, literalmente “errar o alvo”,  para definir a palavra “pecado” cf. Tg 4.17; Rm 3.23. O pecado não é uma deformação psicológica, mas sim um ato voluntário de rebeldia e desobediência do homem contra o seu Criador. Esta é a característica mais notável do pecado: em todos os seus aspectos, ele é orientado contra Deus. Assim Davi se expressou: “Pequei contra ti, contra ti somente”, Sl 51.4. Paulo também tem esta visão: “O pendor da carne é inimizade contra Deus”, Rm 8.7. O pecado consumado provocou a separação do homem do seu Criador, Rm 3.23; a perda da sua imagem original moral, Tg 3.9; e a morte eterna, Rm 5.12.


terça-feira, fevereiro 05, 2013

Estudo: Jejum


Seria este o jejum que eu escolheria que o homem um dia aflija a sua alma, que incline a sua cabeça como o junco, e estenda debaixo de si saco e cinza? Chamarias tu a isto jejum e dia aprazível ao SENHOR? Porventura não é este o jejum que escolhi que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo e que deixes livres os oprimidos, e despedaces todo o jugo?”  – Isaías 58:5-6

Conforme é possível ver no texto, Deus vem dizendo que o jejum que as pessoas daquela época, estavam fazendo não era o jejum que Deus havia separado e escolhido para o seu povo. 
O jejum que eles estavam fazendo se tornará um ato religioso, desvinculado com o propósito de Deus, pois o jejum precisa ser seguido de humilhação, arrependimento e propósito.
Portanto vamos apresentar nesta postagem sobre o jejum, para que venha aprender e acrescentar na sua vida espiritual, assim como fazer um jejum que seja agradável ao Senhor.

Definição:
Segundo o hebraico, significa pranto, luto e mortificação, como é tratado no livro de Ester. No grego significa abster ou privar-se alimento, como vemos quando Jesus, fala aos seus discípulos que casta de demônios, só sai com jejum e oração.

Tipos de jejum:
a)Completo = Abster de alimentos sólidos e líquidos, por um período determinado.
b)Incompleto = Abster de alimentos sólidos, mas com consumo de água.
c)Típico = Retira itens do cardápio, por algum período de tempo.
d)Sobrenatural = Abster de alimentos por um período muito longo de dias.

segunda-feira, fevereiro 04, 2013

Realidade: Erotismo


Que revela tendências amorosas”. A origem do termo erotismo tem raízes na mitologia grega. Provém de Eros, que quer dizer paixão ardente, pulsão, libido. Considerado o deus do amor, era tido por jovem e brincalhão, filho de Afrodite, deusa do amor e da beleza. Na filosofia grega Eros era uma fonte de atração e despertava o desejo sexual onde estivesse. Possuía também grande força criadora e sua ausência poderia ser motivo para decadência e destruição. 
Numa releitura do mito, Freud relacionou Eros ao conceito de libido, combinação de pulsão sexual e força vital. Após a conquista da Grécia pelos romanos, Eros foi sincretizado aos deuses latinos e recebeu o nome de Cupido. A partir de então, Cupido associa-se à simbologia da paixão e do amor que resiste até hoje, dando a estes um sentido pueril, a partir de sua própria representação: um menino de três ou quatro anos ou púbere, com asas de anjo, cachos dourados e expressão de inocência, que expele setas por meio de um arco. 
Remetendo-se a Eros ou a Cupido, o erotismo não perde seu significado de origem: é um processo em homens e mulheres que manifesta a vontade pela excitação sexual, pelo orgasmo e por uma vivência sexual bastante prazerosa, geralmente baseada na libertinagem. Figuradamente, a palavra erotismo representa lascívia ou sensualismo, que são os termos mais utilizados pela Bíblia. O profeta Isaías, em 57:8 faz referência aos que põem os seus símbolos eróticos detrás das portas, reprovando-os. 

terça-feira, janeiro 29, 2013

Estudo: A obra da restauração e suas fases


Salmo 126 (Leia aqui)

Com o encerramento de mais um ano e o inicio de outro, uma mistura de sentimentos ocupa nosso coração. Pra muitos, os sentimentos são os melhores possíveis, no entanto, pra outros, os sentimentos são ruins e desagradáveis. Para os que recebem o novo ano bem, é uma oportunidade que estão vendo das coisas melhorarem e assim poderem crescer, já para os que possuem sentimentos contrários ao do primeiro grupo, essas pessoas encaram o novo ano, como mais um ano de suas vidas, onde não veem melhora e com isso, nem crescimento. Porém Deus deseja, que qualquer que seja os sentimentos que ocupem o nosso coração, seja de alegria ou de tristeza, devemos ter consciência de que precisamos da ajuda de Deus, para melhorarmos, crescermos e frutificarmos, por isso, devemos entregar tudo nas mãos d´Ele, pois Ele sabe o que fazer, quando fazer e como fazer.

No texto que lemos, podemos observar uma mistura de sentimentos daqueles que estão envolvidos no contexto deste salmo. Estes sentimentos refletidos no salmo descrevem três períodos na vida do povo de Israel. Estes períodos são os seguintes: o passado (v.s. 1-3), o presente (v.s. 4) e o futuro (v.s. 5 e 6). Estes períodos nos revelam lições importantes, para que venhamos notar que o poder restaurador de Deus não muda, não falha e tampouco acaba, o Senhor restaurou no passado e restaura no presente.

1º Ter um olhar analítico para o que passou com gratidão; (v.s.1-3)
Nestes três versos, eles exultam a Deus, pois relembram do que passaram nas mãos dos babilônicos durante o exílio de 70 anos.
– A obra restauradora de Deus faz além do imaginamos; (v.s.1)
Eles olham para o passado e descrevem o sentimento presente como que se eles não estivessem acreditando que superaram tantas adversidades. Outrora haviam perdido tudo com a invasão dos babilônicos, haviam perdido a pátria, o templo, a liberdade, os costumes e as festas. Durante o exílio na Babilônia, eles foram escravizados, maltratados e perseguidos. Com todos estes males, eles foram tomados pela nostalgia, pela melancolia e pelo sofrimento. “Junto dos rios da babilônia, nós nos assentávamos e chorávamos, quando nos lembrando-nos de Sião.” 
Salmos 137:1. Mas Deus realizou uma obra de restauração e libertou os cativos das mãos de seus opressores, com isso, eles puderam voltar a sua pátria e recomeçar a sua vida.
– A obra restauradora de Deus, traz glória apenas ao Senhor; (v.s. 2 e 3)
Nestes dois versos, a obra da restauração é reconhecida, testemunhada, exultada e celebrada. O texto não deixa dúvidas, que a restauração feita a Israel, fora feita pelo Senhor. Entre as nações, nenhum outro deus, a não ser o Deus de Israel que recebera a glória e não só entre as nações o Senhor foi glorificado, os israelitas reconheceram que a obra restauradora, não era de feitio humano, de nenhum rei, de nenhum sacerdote ou levita, mas de Deus.

Não podemos nos esquecer, de olharmos para o passado com gratidão. Reconhecendo a obra restauradora de Deus em nós, de que Ele fez mais do que imaginávamos ou merecêssemos, imputando a Ele a glória, pois a obra da restauração, homem nenhum executa, a não ser o nosso Deus.

terça-feira, janeiro 22, 2013

Estudo: Sogra


Mãe do marido, em relação à mulher; mãe da mulher, em relação ao marido. A sogra é uma personagem central na vida da família, transformada em alvo fácil de gracejos e tiradas espirituosas pelos genros e criticadas pelas noras. A primeira menção bíblica referente a sogra se encontra em Dt 27:23, onde o Senhor determina uma maldição sobre o homem que se deitar com a mãe de sua mulher. Em Lv 18 há uma relação de normas acerca do casamento considerado ilícito pelo Senhor, com proibição do relacionamento íntimo entre pessoas da mesma família, por razões físicas, sociais e morais. Tais relacionamentos, comuns nas religiões e culturas pagãs, rompiam com a vida familiar e social e demonstravam falta de consideração pelo valor próprio e de outros. Atualmente, a sociedade comete tais práticas e procura torná-las aceitáveis. Mas, aos olhos de Deus, elas continuam sendo abomináveis.
O relacionamento com a sogra é objeto de muitas anedotas e brincadeiras de mau gosto. Todavia, tal relacionamento deve ser motivo de uma conquista, pois a Bíblia registra a existência de um mal-estar principalmente entre a nora e sua sogra. Tal fato é profetizado por Miquéias, quando o Senhor relata a situação espiritual degradante a que chegara Israel, revelando-se no trato familiar, 7:6. Quando o Senhor Jesus admoesta acerca do impacto do Evangelho, destacou que ele traria uma guerra, manifesta por meio da divisão na família, onde a nora se levanta contra a sua sogra e vice-versa, Mt 10:35; Lc 12:53.

segunda-feira, janeiro 07, 2013

Realidade: Atração


Desejo de aproximar a si. Deus possui esse sentimento com relação à humanidade, distanciada D’Ele pelo pecado, Jr 31:3; Is 11:4.
Jesus, ao morrer na cruz, desejava atrair todos a Si mesmo, Jo 12:32.
Porém, existe a atração entre os seres humanos, geralmente no sentido sexual. Quando Deus formou o homem e a mulher em Gn 2, Ele colocou neles a atração sexual: “E disse o homem: Esta, afinal é osso dos meus ossos e carne de minha carne”, Gn 2:23. Adão sentiu-se atraído por Eva. O macho sente atração pela fêmea e vice-versa.
Esta sensação começa na pré-adolescência e permanece enquanto a pessoa tiver vitalidade. Esse tipo de sentimento é perfeitamente normal. A pessoa saudável fisicamente sente uma atração especial pelo sexo oposto. “Atração sexual” é diferente de “desejo sexual”. Sentir atração sexual não é pecado, se evitar-se as fantasias e o desejo que pode despertar por trás da atração. O “desejo sexual” é a vontade de tomar para si a pessoa pela qual se sente a atração, e também não é pecado, se for bem administrado espiritualmente.
A mulher que quer ter uma vida pura diante de Deus não deve ficar se atormentando por seus sentimentos sexuais naturais. Pelo contrário, deve agradecer a Deus por este presente e privilégio: a  sexualidade. Quem fez o sexo foi Deus e não o diabo. “Deus os criou: HOMEM e MULHER os criou”, Gn 1:27. Antes de Deus formar o homem do pó da terra, Ele já tinha criado o ser humano - macho e fêmea - em Sua mente. Isto quer dizer que Deus criou o sexo antes de formar o homem.
Entre as Suas ordens para o homem, estava a da reprodução, Gn 1:28, o que inclui a ação sexual, Gn 2:24b. Não foi o homem quem inventou o ato sexual, foi Deus quem projetou a forma do homem se unir a uma mulher e resultar nisto uma só carne.
Deus fez o ato sexual e, como tudo que Deus fez, “era bom”. Deus fez o melhor para o homem: a melhor companheira, a melhor atração, o melhor ato, a melhor forma de multiplicação. Foi Deus, também, quem fez a nudez, Gn 2:25b.


domingo, dezembro 23, 2012

Estudo: Culto Doméstico


O mesmo que adoração a Deus no lar. Deus deseja que, em cada lar, haja um ambiente espiritual que honre e glorifique o Seu nome. Só a igreja local não basta para atender às necessidades espirituais da família. Deus quer estar presente no lar. Vemos, no início da Bíblia, a importância do culto doméstico. O Senhor Deus visitava, falava e orientava o primeiro casal em sua casa, ou seja, no Jardim onde moravam. Enquanto eles obedeceram à voz de Deus, havia um culto maravilhoso no lar edênico. Quando desobedeceram, Satanás prevaleceu. Hoje acontece a mesma coisa: com Deus no lar, há harmonia, paz, amor. Se Deus estiver fora do lar, o resultado será falta de amor, ciúmes, contendas , brigas, desunião. Com Deus no lar, a família é feliz e realizada. 
A adoração a Deus no lar precisa ser valorizada. A avalanche de pecados que são jogados contra os lares, especialmente através da mídia, só pode ser detida com a família unida em torno do altar da adoração a Deus. Portanto, desligar altares que promovem o pecado e ligar o altar de adoração é a medida mais salutar para a vitória da família.
A família cristã passa por lutas e tribulações, como todos, porém aprende a depositar diante do trono do Senhor suas dificuldades e obtém excelentes resultados de vitórias alcançadas pela fé e pela oração concorde. Os capítulos 6 e 11 de Deuteronômio e os Salmos 112, 127, 128 trazem referências acerca da vontade de Deus em que haja adoração e ensino da Sua Palavra nos lares, bem como as conseqüências de tal procedimento. A bênção que os pais proferem para os filhos tem uma significância sem igual no desenrolar de suas existências. Assim como os pais têm o dever de alimentar os corpos físicos de seus filhos e de lhes prover educação e oportunidade de estudos, também têm a obrigação de alimentar suas almas, por meio do ensino cristão. 
O lar deve transmitir um exemplo vivo e eficaz do verdadeiro cristianismo. Os filhos precisam aprender a orar, a entregar todos os seus problemas, dificuldades, necessidades, a Deus, em sincera devoção. Devem aprender também a confiar em Deus, na Sua provisão, na Sua providência, no Seu grande amor e cuidado eterno. Para que a fé seja cultivada e avivada em família, é vital que ela se reúna para adorar, entoar hinos de louvores, orar e aprender a vontade de Deus contida em Sua Palavra revelada. 
Dentre as qualidades referentes à mulher virtuosa, descrita em Pv 31:10-31, está a de proporcionar à sua família um ambiente espiritual, uma herança de amor e zelo ligados à pessoa de Deus. Os maiores desafios ao culto familiar giram em torno do tempo e da melhor fórmula para realizá-lo. Com paciência e perseverança, o Espírito do Senhor conduzirá os pais neste valioso empreendimento. Se o pai, o cabeça da família, não puder ou não quiser realizar o culto doméstico, caberá à mulher tomar tal iniciativa, ao exemplo de Eunice, a qual, sendo judia e casada com um grego, ensinou ao seu filho Timóteo as Sagradas Escrituras, 2 Tm 1:5; 3:15. Dentre as tarefas que cabem à mulher como adjutora, talvez esta seja a mais importante e mais sagrada: transmitir aos filhos o conhecimento de Deus e o valor do culto ao Seu nome.

Por Alaid S. Schimidt

terça-feira, dezembro 11, 2012

Estudo: O missionário deve se preocupar em atingir pessoas ou grupos?


O missionário é enviado com uma missão. Em primeiro lugar, ele deve se preocupar em fazer a vontade de Deus. Jesus tanto fez o evangelismo pessoal, como o evangelismo de massa, como o evangelismo de alistamento. Assim também foi com os discípulos que Ele separou para fazer a obra missionária. Quem envia um missionário já lhe repassa instruções e mentaliza resultados com sua atuação. Mas quem deve estar mesmo na direção é o Senhor. Temos o testemunho de Hudson Taylor, que a missão exigia o seu trabalho na capital, mas o Senhor o chamava para o interior da China. Ele perdeu privilégios junto à Missão, mas ganhou almas que o Senhor amava, ainda que a expensas de muito sacrifício pessoal.
No âmbito do evangelismo pessoal, vemos o Senhor Jesus entrando em Samaria e ali evangelizando a mulher na beira do poço de Jacó, Jo 4. O alvo dele era a cidade, mas Ele tinha que começar por alguém. E todos creram, por causa daquela mulher. O texto diz que “era necessário que Ele passasse por Samaria”. Na verdade, não “era necessário”, porque os judeus já haviam feito um caminho secundário, que desviava de Samaria, considerada por eles como terra imunda. Mas Ele recebera orientação do Pai, sem dúvida, e alcançou o Seu objetivo. O Senhor Jesus teve um encontro pessoal com Nicodemos à noite, sem que alguém os contemplasse. De outra feita, Jesus entrou na cidade de Naim, lugar que os discípulos jamais imaginariam, por ser pequena aldeia, mas o Pai O enviara ali para operar um milagre perante uma multidão chorosa e muitos creram em Sua palavra. 
Da mesma forma, o livro de Atos registra como os discípulos puderam agir no ensino pessoal, como Filipe, que encontrou o eunuco na estrada de Gaza, 8:26-38; Pedro encontrou pessoalmente a Enéias, 9:32-35; Paulo e seus companheiros encontraram Lídia, que se converteu (16:14,15), o carcereiro (16:32), Onésimo (Fm10), entre outros.

quinta-feira, novembro 22, 2012

Estudo: Escatologia - Juízo Final


Logo que acabar o Gogue e Magogue, se dará inicio ao Juízo Final. Este acontecimento está relatado em Apocalipse 20: 11-15. O apóstolo João viu um Grande Trono branco e viu também aquele que estava assentado sobre o trono, mas ele diz algo interessante, “... da presença dele fugiram a terra e o céu, e não se achou lugar para eles.” (Ap. 20:11b)
Possivelmente a terra onde habitamos e o céu que vemos serão destruídos, conforme nos mostram alguns textos bíblicos: (2Pe 3: 7, 10b, 12b ; Sl. 102:25,26 ; Is 34:4)
Com isso o julgamento acontecerá, mais o que realmente é o juízo final? Quem participará dele? 
- O Juízo Final será a sentença divina contra aqueles que já foram culpados, pois negaram servir a Deus de alguma forma e perderam a salvação eterna. E esse Juízo será sem misericórdia (Tiago 2:13), cada um terá que pagar sua conta e isso individualmente, todos os perdidos terão que sujeita-lo e terão que confessar perante todos que Jesus é o Senhor.(Filipenses 2:10, 11).
- O Juiz desse tribunal será o próprio Senhor Jesus que de Advogado (1Jo 2 :1) será promovido a Juiz. E seu Juízo será justo, verdadeiro e ninguém poderá discutir as sentenças.
- Estarão no Juízo Final, duas multidões, os salvos e os perdidos.
- Os salvos não serão julgados, pois não há mais condenação para eles (Rm. 8:1), eles estarão lá para julgar com Cristo, segundo a Bíblia julgaremos até os anjos caídos (1Co. 6:3).
- Os perdidos, estes sim serão julgados. Aqueles que estiverem mortos ressurgirão, todos os que morreram sem Deus em toda a história da humanidade desde Gênesis até o Juízo final. Eles ressurgirão para a vergonha e o desprezo eterno, ou seja, serão envergonhados perante todos no Juízo final e serão desprezados por toda a eternidade. (Dn 12:2; Jo. 5:28, 29)

- Depois de sentenciados, eles serão lançados no lago de fogo e enxofre, que é pior do que o inferno, onde já estão Satanás, o Anticristo e o Falso profeta, não só estes mais o próprio inferno e a morte serão lançados nesse lago de fogo e enxofre, onde o verme não morre e o fogo nunca se apaga (Marcos 9:44, 46). Onde serão atormentados todos os dias de dia e de noite. (Ap. 20:10b).

E nós iremos morar eternamente com Deus, onde não haverá mais pecado, não haverá mais sofrimento, não haverá mais lágrimas, mas iremos desfrutar de tudo aquilo que Deus tem nos preparado. (Ap. 21:1-27). Será um lugar maravilhoso e se cumprirá aquela palavra que diz: “As coisas que os olhos não viram, e os ouvidos não ouviram, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam”.(1Co. 2:9).

Por Kayo César

terça-feira, outubro 23, 2012

Estudo: Voltando a excelência do conhecimento acerca de Deus!


Salmo 19

Como é bom poder contemplar as pessoas respondendo sim, ao chamado da salvação. Não há como resistir ao poder deste chamado que foi selado com o sacrifício de Jesus na cruz. E ao longo de nossa vida cristã, somos desafiados a vivermos um constante progresso no que diz respeito ao conhecimento acerca de Deus. No entanto, muitos de nós, ao invés de continuarmos experimentando do privilégio de conhecermos mais a Deus, nós regredimos, nós esfriamos, nos tornamos mecânicos e nos acomodamos. Diferente do início, quando nos encantávamos pelas oportunidades de conhecer mais a Deus, quando nosso coração pulsava mais forte, quando tínhamos sede e fome do conhecimento acerca de Deus, agora que o tempo passou, somos como robôs, totalmente mecânicos, não nos interessamos mais pelo conhecimento acerca de Deus. Mas Deus está nos esperando, independente se já vivemos o bastante ou não na vida cristã, para que voltemos experimentar as excelências do conhecimento acerca dEle.
Transição: No texto em que nós lemos, o salmista Davi nos leva justamente a refletirmos sobre o conhecimento que temos acerca de Deus. Este texto, nos faz enxergar que embora não busquemos e nem desejemos tal conhecimento, ele está disponível de uma forma simples e clara, com um poder transformador.

1ª A excelência do conhecimento acerca de Deus através da revelação natural; v.s. 1-6
Logo no início, o salmista nos faz entender que ao olharmos para o céu, ao olharmos para a natureza, ao olharmos para as coisas criadas temos a oportunidade de conhecermos a Deus.
Mas a excelência da revelação natural é mostrada pelo salmista através de quatro maneiras:
1.1 É uma revelação esclarecida; v.s.1;
Davi nos mostra que Deus colocou suas impressões digitais na obra da criação, o sol, a lua, as estrelas, os montes, os campos, as aves do céu, os peixes do mar, os animais terrestres, tudo isto, revela o conhecimento acerca de Deus.
1.2 É uma revelação diária; v.s 2
O salmista também nos revela que Deus a cada amanhecer através do orvalho, a cada entardecer através do por sol, o Criador se mostra frequentemente, ele não pula nenhum dia, seja feriado ou dia chuvoso, através da natureza, o Senhor o conhecimento a seu respeito.
1.3 É uma revelação sem diálogo; v.s. 3 e 4
O salmista nos diz que a comunicação da natureza revelando o conhecimento de Deus é sem diálogos, sem frases, sem verbos e substantivos. Pois as palavras são reveladas aos nossos olhos, por meio dos mares e oceanos e animais migratórios.
1.4 É uma revelação sublime; v.s 5 e 6.
Davi mais uma vez nos encanta com o revelar do conhecimento acerca de Deus por meio da criação. Pois a criação é sublime, por ser notada em todos os continentes, em diferentes estações, a excelência da revelação natural, é esclarecida, é diária, é sem diálogos e é sublime.

2ª A excelência do conhecimento acerca de Deus através de sua palavra; v.s. 7-10;
Davi agora nos mostra, que além do Senhor revelar o conhecimento acerca de si aos homens através da criação, Ele também o faz, através de sua palavra.
O salmista denomina a palavra de Deus em: a lei do Senhor, o testemunho do Senhor, os preceitos do Senhor, os mandamentos do Senhor e em os juízos do Senhor. Ele também qualifica a palavra de Deus em: perfeita, fiel, reta, puro e verdadeiros. Davi também nos mostra a ação das escrituras em nós quando elas nos: refrigeram a alma, nos concedem sabedoria, nos alegram o coração e nos iluminam os olhos.
Deus revela o conhecimento acerca de sua pessoa também através de sua palavra.
Mas nós não a valorizamos, nós não a desejamos, nós não nos interessamos por ela. Apenas a utilizamos como um amuleto nas horas de necessidade. Não a lemos, não desejamos ouvi-la, não valorizamos os momentos que são destinados para o ensinamento da Bíblia. Por isso, o profeta Amós nos alerta:“E irão errantes de um mar até outro mar, e do norte até ao oriente; correrão por toda a parte, buscando a palavra do Senhor, mas não a acharão.” Amós 8:12. Mas Deus está querendo revelar a nós um conhecimento acerca de si através das escrituras, pois a palavra de Deus tem identidade, tem qualidades e tem poder funcional.

3ª A excelência do conhecimento acerca de Deus através de uma vida transformada diariamente; v.s.11-14
Além da criação e da palavra de Deus, o Senhor revela o conhecimento acerca de si, através de uma vida transformada a cada dia. Por isso, Davi nos mostra que através desta excelência, meu falar, meu agir, meus sentimentos, minhas motivações, devem ser afetadas pelo poder de Deus, nos transformando a cada dia, para que as pessoas conheçam a Deus através de nós.
Não devemos nos conformar com o que já conhecemos de Deus, mas a cada dia, temos a oportunidade de conhecê-lo mais, e o salmista nos revela que podemos conhecê-lo mais, através da natureza, das escrituras e do transformar diário de nossas vidas.

Por Kayo César

quinta-feira, outubro 18, 2012

Estudo: Jesus no Evangelho de João


O evangelho de João é diferente dos sinóticos, apresentando menos de dez por cento daquilo que se encontra nos outros três evangelhos. Em João, a exaltação de Cristo é demonstrada nos atributos que Ele revelou de si mesmo. Para ele, Jesus Cristo é:


- O Caminho, a Verdade e a Vida, 14.6.
- O Deus Unigênito, 1.18.
- O “Eu Sou”, 8.58 com Êx 3.14.
- O Filho Unigênito, 3.16.
- O Filho de Deus, 7.69.
- Jesus Nazareno, 19.19.
- A Verdadeira Luz, 12.35; 
- A Luz do mundo, 8.12; 1.9.
- O Messias, 1.41.
- Mestre, 3.2.
- Pão de Deus, 6.41; Pão da Vida, 6.35 e Pão Vivo, 6.51.
- O bom Pastor, 10.11,14, e a Porta das Ovelhas, 10.7.
- O Profeta, 6.14 com Dt 18.15.
- Rabi, 1.38; 3.2.
- Raboni, 20.16.
- O Rei de Israel, 1.49.
- A Ressurreição, 11.25.
- O Verbo divino, 1.1.
- A Videira Verdadeira, 15.1.
- A Água Viva, 4.10.
- O que tem as palavras da vida eterna, 7.68.

Por Alaid S. Schimidt

terça-feira, outubro 09, 2012

Estudo: Torre de Vigia


Hc 2:1: “Sobre a minha guarda estarei, e sobre a fortaleza me apresentarei e vigiarei, para ver o que falará a mim, e o que eu responderei quando eu for arguido”.

Naquela época era normal em volta da cidade ter os muros altos, para proteção e etc, e eles construíam então umas torres, mais altas que os muros, e como o próprio nome já diz, era para vigiar.
É claro que a “Torre de Vigia” é uma representação de algo, e que tem ensinados valiosos para nós. E ela tem algumas particularidades, das quais quero comentar um pouco.

1) É um lugar onde poucos querem estar
- De 12 espias, apenas 2 confiaram em Deus
- Mt 22:14: “Muitos são chamados, mas poucos escolhidos”
- Jo 4:23: “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem”. O Pai procura porque são poucos os verdadeiros adoradores.
- É um lugar onde poucos querem estar porque a princípio não tem beleza, não tem conforto, não tem honra e aparentemente nada de bom.

2) É um lugar de Solidão
- A partir do momento que nós recebemos Jesus como Salvador, automaticamente nos opomos a muitos.
- Vemos que a solidão foi companheira de José do Egito por muitos anos.
- A solidão se fez presente na vida de Jesus também. Mesmo tenho 12 homens, que tiveram a oportunidade de andar com Ele, tiveram momentos que Ele ficou só. 
- Mas a solidão tem duas particularidades lindas: 1- Ela tem um propósito definido. Quem sabe Deus possa usar e/ou permitir a solidão para atingir propósitos necessários na sua vida. 2 – Ela não é para sempre. Pois quando o propósito for atingido, ela cessará.

quinta-feira, outubro 04, 2012

Estudo: Escatologia - Batalha do Armagedom e Milênio


BATALHA DO ARMAGEDOM
A palavra Armagedom é de origem hebraica “Har Megiddo” que quer dizer Monte Megido. Por sua vez, este monte está localizado no vale de “Jezreel” (nome hebraico), que é conhecida como planície de “Esdraelom” (nome grego). Neste local muitas guerras já aconteceram no decorrer dos anos, e será o lugar onde haverá a Batalha do Armagedom.
No fim dos 7 anos da Grande Tribulação, nós que estaremos na Bodas do Cordeiro, voltaremos com Jesus para guerrear na Batalha do Armagedom.
Só para recordarmos, a segunda vinda de Jesus se dará em duas partes, a primeira para buscar a sua igreja e livra-la da Grande Tribulação, e a segunda para guerrear a Batalha do Armagedom e automaticamente instalar o milênio (assunto que veremos a seguir).
Jesus virá para a guerrear juntamente com seus santos (Zc. 14:5), e quando ele voltar colocará seus pés no monte das oliveiras, isto resultará em um grande milagre, pois o monte será fendido pelo meio, e o mar Grande (mar Mediterrâneo) abastecerá o mar Morto (Zc.14:4,8), com isso o mar morto que não possui vida, passará a ter vida, de acordo com Ezequiel 47:8-10.
Desde os tempos antigos Deus já anunciava a Batalha do Armagedom, através do profeta Joel no capítulo 3:1, 2, 14.
Em Apocalipse 19:11-21, a Bíblia nos descreve mais sobre esta guerra, onde a besta, e seus exércitos guerrearam contra Jesus e seu exército, nós venceremos juntamente com nosso Senhor Jesus Cristo, Aleluia!
No final desta guerra, o Anticristo e o falso profeta serão lançados vivos no lago de fogo e enxofre, já Satanás será preso no abismo por Mil anos, cessando assim a ação do mal. Com isso Cristo reinará com a Igreja por mil anos na terra, o chamado Milênio.

MILÊNIO
A Batalha do Armagedom resultou em algumas coisas que terão que ser feitas, muitos morrerão, logo terão que ser enterrados e a Bíblia diz em Ezequiel 39:12, que o enterro dos corpos levará um período de sete meses e as armas da batalha serão queimadas durante sete anos (Ezequiel 39:9-10).
Com o fim da Batalha do Armagedom, o Milênio começará. 
O Milênio terá um período de 1000(mil) anos, Jesus será o Rei de toda a Terra e irá governá-la como ninguém nunca governou.
Mais quem irá participar do Milênio?
- os salvos que foram arrebatados antes da Grande Tribulação;
- os judeus que reconhecerão o Messias;
- uma terça parte da humanidade (pois dois terço morrerão), que conseguiu sobreviver da Grande Tribulação; (Zacarias 13:8-9)
- e os que nascerão nesse período; (Isaías 65:23)
Como será o Milênio? Veja algumas curiosidades.
- Haverá abundância de vida e de saúde; (Is 65:20 ; 33:24 ; 35:5,6)
- Haverá fertilidade, chuvas; (Is. 30:23 )
- Haverá segurança absoluta; (Jr. 23:5,6)
- Nesse tempo os animais voltarão a serem dóceis; (Is. 11:6-9 ; 65:25)
- Nesse tempo haverá vida e morte; (Is. 65:,20)
- Haverá paz; (Is. 32:18)
- Cristo terá a Igreja como seus representantes; ( Is. 1:26 ; Dn. 7:27 ; Ap. 2:26-27).
- De Sião sairão às leis; (Mq. 4:2)
- Jerusalém será a sede mundial; (Zac. 8:3,14,15,21,22.)
Terminados os mil anos, Satanás será solto e irá as nações para seduzi-las e enganá-las, para iniciar uma última revolta contra Jesus. Ele conseguirá seduzir muitos e formar um grande exército para pelejar contra os santos e a cidade Santa (essa rebelião se chamará Gogue e Magogue), não haverá mais uma guerra, fogo cairá do céu e consumirá a todos os que se revoltaram contra o Senhor, e Satanás será lançado no lago de fogo e enxofre. (Ap. 20:7-10) E se dará inicio ao Juízo Final, que será o próximo assunto.

Por Kayo César

sexta-feira, setembro 28, 2012

Estudo: Explicando o que é Teísmo


Teísmo vem da palavra grega theós (deus). Esse termo (juntamente com o adjetivo “teísta”) surgiu na Inglaterra, no séc. XVII, quando foi usado em contraste com “ateísmo” e “ateu”. Sem o termo, o conceito é tão antigo quanto as religiões humanas, as quais, por sua vez, são tão antigas quanto o próprio homem. Teísmo representa crença em Deus, em algum deus ou em deuses. Visto que essa não é uma palavra técnica, pode ser usada de várias maneiras. Porém quase sempre entende a existência de algum poder supremo ou poderes supremos, usualmente concebidos como pessoas que se revelam a Si mesmas. O teísmo pode defender o monoteísmo (um só Deus) e o politeísmo (muitos deuses) ou pode ser bastante vago, indicando um deus ou deuses em algum lugar.
A idéia usualmente envolve a crença de que os poderes divinos interessam-se pelas vidas humanas, com o intuito de recompensar ou punir, exercendo certas influências sobre o mundo dos homens. Embora não necessariamente, faz parte do teísmo, a ideia de uma divindade criadora. Quase todos os conceitos teístas arrastam após si a ideia de obrigação moral diante do Poder Divino ou de poderes divinos. O teísmo promove a ideia de um Deus ou de deuses, e essa divindade aparece, ao mesmo tempo, como imanente no mundo e transcendental ao mundo. Deus atua entre os homens. Usualmente, embora não necessariamente, o teísmo aparece associado a um Deus ou a deuses dotados de poderes criativos; a criação aparece como distinta de Deus, quanto à sua natureza.
No teísmo clássico, Deus aparece como Ser absoluto, possuidor de diversos ominis, como onipotência, onipresença, etc. No teísmo dipolar, Deus aparece como Ser absoluto, ao mesmo tempo imanente e transcendental. No teísmo relativo, Deus não figura como um Ser absoluto, apesar de ser possuidor de grande poder. Segundo esse ponto de vista, Deus é finito, e não infinito. Poucos teólogos cristãos têm aceitado esse ponto de vista. No teísmo evolucionário (John Fiske), o poder divino aparece por detrás do processo de evolução no mundo, por ser a sua causa. No teísmo especulativo (Christian Weisse), faz-se a tentativa de ver Deus como um Ser absoluto, identificado como o Absoluto dos filósofos. Deus, de acordo com essa concepção, é uma Pessoa infinita; o homem aparece como uma pessoa finita e livre, que encontra o centro e a razão de sua existência na Pessoa infinita. No teísmo ético (Sorley), um Deus finito é a origem de todos os valores humanos. No teísmo moral (A.E. Taylor), acha-se uma prova da existência de Deus nas experiências morais. Ali, esse tipo de experiência faz parte essencial da existência humana.