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quarta-feira, maio 12, 2010

Aula On-Line - Baixo: Escala Menor Harmônica e Menor Melódica

Escala Menor Harmônica

A escala menor harmônica é uma escala menor natural ou modo eólio que tem o VII grau aumentado, vejamos os intervalos:

Escala menor natural
T 2 3b 4 5 6b 7 8
A B C D E F G A

Escala menor harmônica
T 2 3b 4 5 6b 7+ 8
A B C D E F G# A

Seguindo o critério do empilhamento de terças, o campo harmônico menor natural fica como já vimos, desta forma:

I II III IV V VI VII
Am7 Bm7/5b C7+ Dm7 Em7 F7+ G7

terça-feira, maio 04, 2010

Aula On-Line: Contra-Baixo - Escala Maior e Modos Gregos

Escala é uma serie de notas sucessivas, separadas por tons e semitons. O seu estudo mais detalhado se dá através do estudo do Campo Harmônico.
De acordo com o sistema de Afinação Temperada, as oitavas são igualmente divididas em doze notas. A escala é uma série de notas selecionadas dentre essas doze.
Cada uma dessas notas é chamada de grau e cada grau tem seu próprio nome, mas é também freqüentemente designado por um número romano: I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII.
Duas escalas são distinguidas uma da outra por:
•    o número de notas que tem.
•    a distância entre seus graus.
Por exemplo, sete diferente escalas podem ser construídas com as sete notas naturais (sem os acidentes)
Cada uma dessas escalas possui uma ordem característica de tons e semitons. A primeira delas é chamada de Escala Maior, modo Jônio, ou jônico .
Uma escala pode ser construída começando com qualquer uma das notas, usando os acidentes para manter a ordem dos tons e semitons. Por exemplo a escala de Ré Maior. Ela é chamada de Maior por causa de sua estrutura e é uma escala de Ré porque Ré é a nota sobre a qual a escala foi formada.
Existem infinitas escalas. Inclusive, podemos inventar escalas no momento que estamos compondo. Compositores tais como Claude Debussy, Olivier Messiaen e Bela Bartok fizeram isso em um passado recente.
O princípio gerador das combinações é uma seqüência de sete notas (sons), que é chamada Escala Base.
DÓ – RÉ – MI – FÁ – SOL – LÁ – SI
Estas notas se repetem quase que infinitamente tanto no sentido positivo (ascendente) quanto no sentido negativo (descendente). Damos o nome de Agudos aos sons ascendentes e Graves aos sons descendentes.
Criou-se, para efeito de organização, uma definição que todo os sons são gerados à partir do DÓ chamado central no piano. Daí partimos em ambos os sentidos formando as escalas:
Escala Cromática : A partir destas notas da Escala Base foram criados os semitons, que são notas que estão entre as sete notas convencionais. Para representá-los, das sete notas existentes, dividiram-se cinco, formando uma escala de doze notas.

DÓ – DÓ# - RÉ – RÉ# - MI – FÁ – FÁ# - SOL – SOL# - LÁ – LÁ# - SI

 SI – SIb – LÁ – LÁb – SOL – SOLb – FÁ – MI – MIb – RÉ – RÉb - DÓ.

Sendo: # (sustenidos) em sentido ascendente e b (bemóis) em sentido descendente.
A essa Escala de doze notas, damos o nome de Escala Cromática.
A menor distância que existe entre uma nota (som) e outra(o) é chamada de SEMITOM, e a distância entre duas nota é chamada de TOM. Observe:


quarta-feira, abril 28, 2010

Aula On-Line: Contra-Baixo - Intervalos

Há 12 notas diferentes na música tradicional: Dó, Dó Sustenido/Ré Bemol, Ré, Ré Sustenido/Mi Bemol, Mi, Fá, Fá Sustenido/Sol Bemol, Sol, Sol Sustenido/Lá Bemol, Lá, Lá Sustenido/Si Bemol e Si. Depois do Si vem o Dó uma oitava acima do primeiro Dó, e este ciclo continua. Essa sequência é chamada de escala cromática. Cada etapa nessa escala é chamada de um meio tom ou semitom. O intervalo entre duas notas é definido pelo número de semitons entre elas. Duas notas distantes um semitom, como Dó e Dó Sustenido, definem uma segunda menor. As notas que estão dois semitons distantes, como Dó e Ré, definem uma segunda maior. Isso também é chamado um tom inteiro. De semitom em semitom, os demais intervalos são a terça menor, terça maior, quarta justa, trítono, quinta justa, sexta menor, sexta maior, sétima menor, sétima maior e, por fim, a oitava.
A maioria desses intervalos também tem outros nomes. Por exemplo, um trítono é às vezes chamado de quarta aumentada se a notação das notas do intervalo parecer descrever uma quarta. Por exemplo, o intervalo trítono de Dó a Fá Sustenido é chamado de quarta aumentada, porque o intervalo de Dó para Fá é uma quarta justa. Por outro lado, se as notas do intervalo parecerem descrever uma quinta, aí o trítono é às vezes chamado de quinta diminuta. Por exemplo, o intervalo trítono do Dó ao Sol Bemol, que é na verdade o mesmo que o intervalo de Dó a Fá Sustenido, é chamado uma quinta diminuta, porque o intervalo de Dó a Sol é uma quinta justa. Em geral, se qualquer intervalo maior ou perfeito é aumentado em um semitom pela inclusão de um acidente (a indicação de bemol ou sustenido numa nota), o intervalo resultante é chamado aumentado, e se algum intervalo menor ou perfeito é reduzido em um semitom pela adição de um acidente, o intervalo resultante é chamado diminuto.

sexta-feira, janeiro 23, 2009

Aula On-Line: Contra Baixo

Partes do Baixo

Os contra-Baixos podem ter 4, 5, 6 ou mais cordas, e se dividem em algumas partes:


Cordas do Contra-Baixo
Basicamente essas são as cordas encontradas no Contra-Baixo, E,A,D,G nos baixos de 4 cordas, no de 5 cordas B,E,A,D,G e de 6 cordas B,E,A,D,G,C. E--------------------------------------------------- A--------------------------------------------------- D--------------------------------------------------- G--------------------------------------------------- Dedos da Mão direita: (M.D) Polegar Indicador Médio Anelar Dedos da Mão esquerda : (M.E) 1 2 3 4
Notas no braço
Posicionamento para tocar

Geralmente toca-se sentado ou em pé:

Sentado:
- O baixo deve ser apoiado na perna direita
- Apóie-o na perna direita e segure-o pela parte interna do antebraço direito
- Usar a mão direito somente para tocar
- Deixar o braço do Baixo afastado do corpo e levemente inclinado para cima.

Em pé:

- È muito importante a escolha de uma alça, de preferência que tenha um lado mais áspero talvez uma de couro, e que seja larga, já que o Baixo é um instrumento pesado. A angulação correto do braço esquerdo é de 90º.
- Evite o posicionamento abaixo do joelho ou peito
- Deixar a paleta ou “mão” do Baixo na altura do ombro.

Importante

Antes de partirmos para parte de prática e teórica vamos falar de alguns tópicos importantes:

- Posicionamento de mãos e dedos: Mão Esquerda – Dedos perpendiculares ao braço (90º)e procurar tocar apenas com as pontas dos dedos. Um posicionamento de mão correto é ideal para que você consiga desenvolver uma maior agilidade e técnica.
- Estudo: Usar sempre o metrônomo, de forma que consiga desenvolver melhor a parte de pulsação e andamento. Lembre-se: Sempre comece devagar, e vá aumentando a velocidade gradativamente.
- Organize seu tempo na hora do estudo. Intercale partes Técnicas com Teóricas, não se prende a “lancinhos “ ou fraseados que não irão te levar a lugar algum.
- Ouça um pouco de Tudo. Vários estilos de baixistas.
- Estipule metas e objetivos como músico.

Afinando o Baixo

Lembre-se que você deve desenvolver bem os seu ouvidos. Por isso procure educá-los com paciência.

Para afinar o baixo temos que primeiramente acertar uma das cordas através do "Diapasão", procure sempre manter seu instrumento no diapasão, esta é a melhor referência para seus ouvidos.

Existem três tipos de diapasão:
1) Diapasão de garfo - Emite a vibração da nota Lá. Como a terceira corda do baixo solta é justamente a nota Lá basta acerta-la com o diapasão e depois, usando-a como referência afinar as demais cordas.Você vai perceber que o diapasão emite um Lá bem agudo enquanto a corda Lá do baixo é bem grave, no começo é um pouco difícil acertar as mesmas notas em oitavas tão distantes por isso aí vai uma dica:
DICA: Sem apertar a corda coloque o dedo suavemente sobre o traste à frente da quinta casa na corda Lá, isto produzirá um "Harmônico Natural". Este harmônico é a nota Lá também. Agora fica mais fácil de comparar com o diapasão.
2) Diapasão de sopro - É um apito que emite o som da nota Lá na mesma altura da corda solta. Há também modelos com seis apitos, cada um emitindo o som de uma das cordas do violão.
3) Diapasão eletrônico - Este aparelho capta o som da corda e indica se está na altura correta ou não, mostra através de um led ou uma seta se é preciso tencionar ou afrouxar mais a corda até chegar na altura exata. Apesar de muito útil para shows ao vivo, palcos escuros, etc. este diapasão não deve ser usado como desculpa de quem não consegue afinar o instrumento, qualquer pessoa pode treinar o ouvido a ponto de reconhecer quando as notas estão igualadas e portanto afinadas.
Após adquirir um diapasão tenha o hábito de sempre manter seu instrumento devidamente afinado de acordo. Como sabemos este instrumento geralmente tem quatro cordas que devem ser contadas de baixo para cima, ou da mais fina para a mais grossa: a primeira é a corda sol, a segunda é a corda Ré, a terceira é a corda Lá e a quarta é a corda Mi. Como percebemos cada corda solta leva o nome de uma nota musical, memorize-as.
Supondo que você já tenha ajustado o som da terceira corda (Lá) com o diapasão a maneira mais comum de afinar o instrumento é igualando o som emitido quando se aperta a quinta casa de uma corda com o som da corda abaixo solta.

Veja o gráfico abaixo e interprete como as cordas de seu instrumento devem ser afinadas:
Primeira corda ( SOL ) 0
Segunda corda ( RE ) 0 5
Terceira corda ( LA ) 0 5
Quarta corda ( Mizão ) 5

Muita gente pode perguntar como ficaria no caso dos baixos de cinco ou de seis cordas. Simples. Vamos a resposta!
O baixo de cinco cordas recebe uma corda mais grave, a corda SI. A ordem das cordas fica então "Sol, Ré, Lá, Mi e Si" e o processo de afinação é o mesmo: igualar o som da quinta casa com a corda abaixo solta.
Em relação ao baixo de cinco cordas o de seis recebe mais uma corda aguda, é a corda Dó. Portanto a ordem das cordas será: Dó, Sol, Ré, Lá, Mi e Si.

Há outras maneiras de se afinar o instrumento e uma delas é gerando um harmônico sobre o quinto traste de uma corda e igualando-o com o harmônico gerado no sétimo traste da corda abaixo. Não se pressiona a casa, basta encostar levemente o dedo bem em cima do traste indicado.

Obs.: Nem todos os trastes produzem harmônicos.

Propriedades do Som

Duração - é o tempo de produção do som.

Intensidade - é a propriedade do som ser mais forte ou mais fraco.

Altura - é a propriedade do som ser mais grave ou mais agudo.

Timbre - é a qualidade do som que nos permite a reconhecer a sua origem.

Noção de Intervalo - Semitom e Tom

Intervalo - é a diferença de altura entre dois sons.

Intervalo Melódico-é aquele em que as notas soam sucessivamente, ou seja, uma após a outra. Intervalo Harmônico-é aquele em que as notas soam simultaneamente, ou seja, tocadas ao mesmo tempo. Semitom-é o menor intervalo usado na música ocidental. Tom-é o intervalo equivalente à soma de dois semitons.
Sinais de Alteração
Sinal de Alteração, ou Acidente-é um sinal que indica alteração de Semitom ou Tom na altura da nota. Sustenido ( # ) -eleva a nota em um semitom Bemol ( b ) –abaixa a nota em um semitom.
Dobrado Sustenido (
) –eleva a nota em um tom. Dobrado Bemol ( bb ) – abaixa a nota em um tom Escala e Modo Escala - é uma serie de notas sucessivas, separadas por tons e semitons. Escala Ascendente - é aquela em que as notas se sucedem do grave para o agudo. Escala Descendente - é aquela em que as notas se sucedem do agudo para o grave. Escala Cromática - é aquela em que as notas se sucedem por semitons.

Escala Diatônica-é aquela em que as notas se sucedem por tons e semitons.


Graus-são as notas da escala,numeradas a partir da nota inicial

Padrões de cifragem

Exemplos em C

1. Tríade:
2. Tétrade:
Aula feita por Ariel Schimidt
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